terça-feira, 6 de dezembro de 2011

OMRAAM (Aïvanhov) - 3 de Dezembro de 2011

Mensagem do Venerável OMRAAM (Aïvanhov) no site francês:
3 de dezembro de 2011
(Publicado em 4 de dezembro de 2011)

E bem, caros amigos, eu estou extremamente contente de encontrá-los.
Então, eu vou transmitir, primeiramente, todas as minhas bênçãos, mas fiel ao meu costume, eu lhes darei a palavra para partilhar e me passar as perguntas que vocês querem fazer para mim.
Mas, em primeiro lugar, eu farei um pequeno preâmbulo e eu tentarei ser breve, porque tudo o que eu vou dizer, nesse preâmbulo, será desenvolvido tanto pela A FONTE, como pelos Anciãos, como pelas Estrelas, nos dois dias em que nós estaremos, eu espero, juntos (ou, de todo modo, vocês poderão ler também o que nós lhes diremos).
Para aqueles que têm acompanhado tudo o que nós dissemos e que, talvez, tiveram a oportunidade de viver esses estados Vibratórios, nós chegamos a um momento que é extremamente específico, ao nível de cada uma das Consciências humanas dos nossos Irmãos e Irmãs que estão encarnados.
A Luz Vibral, como vocês sabem, tocou a Terra.
Ela se traduz por certo número de modificações do Céu, da Terra, deste mundo.
Tudo isso vocês sabem.
Mas, também, para aqueles de vocês que são os mais permeáveis, de alguma forma, à Luz (ou seja, que estão Transparentes à Luz, que se desviaram dos poderes, tanto da alma como espirituais, que se desviaram da vontade da personalidade, que se abandonaram, mais ou menos totalmente, à Vibração da Luz), vocês irão descobrir espaços onde vocês não estão mais, como dizia IRMÃO K, compartimentados, ou seja, cada vez menos confinados.
E, como vocês sabem, vocês são cada vez mais numerosos a viver isso, mesmo se vocês não sabem, realmente, o que lhes chega, ou seja, o que vocês constatam, por sua própria experiência, por sua própria vivência, aqui, encarnados sobre este mundo, que vocês são progressivamente, ou brutalmente, abertos à Luz e, portanto, de alguma maneira, abertos às outras Dimensões.
E vocês sabem que, na Dimensão Vibral, alguns de vocês começam a conectar, a contatar e a entrar em Comunhão com as outras Dimensões.

E, aí, vocês descobrem (para aqueles que vão até o fim) que tudo é muito simples.
Que nada há de complicado, na Luz.
E vocês descobrem, também, que através da Comunhão (como isso foi desenvolvido), da Nova Aliança, ou da própria ação da Luz (em meio ao chakra do Coração, da Fusão das três Lareiras), vocês chegam a viver estados onde se manifesta a Alegria, onde se manifesta a Unidade, o Si.
E tudo isso são, se vocês o desejam, ‘marcadores’ do Amor.
Desde muito tempo, nós temos evitado essa palavra Amor, porque, desde que nós pronunciamos a palavra Amor, cada um vai ali colocar sua experiência da encarnação, sua experiência de sua vivência, de seus sofrimentos, de suas alegrias, da relação homem/mulher, da relação que mantém com o Céu, nos planos matriciais.
Então, nós aguardamos que muitos de vocês começassem a viver esses estados de Comunhão e esses estados de imersão, cada vez mais intensos, na Luz, para começar a demonstrar-lhes, por vocês mesmos, e não através das minhas palavras, que isso que vocês vivem, agora (nos Alinhamentos, nos estados onde vocês estão sobre este mundo), é muito exatamente a própria Essência da Luz.
Ou seja, este estado de Amor impessoal, incondicional, que não é tributário de qualquer afecção, que não é tributário de qualquer prazer, que não é tributário de qualquer criação, em meio à matriz, porque vocês descobrem, para aqueles que o vivem, o Amor, no sentido autêntico, isto é, no sentido Vibral.
Não o coração imaginado, não somente o coração humano (em suas afecções, em suas compaixões e neste conhecimento espiritual exterior), mas, realmente, como uma vivência Vibratória do que toda a Criação é.
E vocês descobrem outros espaços.
Vocês se apercebem de que existem estados da Consciência onde vocês não são mais concernidos.
Vocês não estão mais evanescentes, esvaindo-se deste mundo, mas vocês estão totalmente encarnados (corpo, alma e Espírito) na Verdade deste mundo.
E vocês se apercebem de que vocês não são mais nem este corpo, nem esta vida, nem essas funções de reprodução, nem essas funções de alimentação, mas que vocês são um Espírito que está em um corpo.

Então, é claro, todos os ensinamentos falam-lhes da alma, do Espírito, dando-lhes leis.
Mas quem de vocês, antes, foi capaz de viver este estado de Consciência?
Aqueles que o vivenciaram (que isso seja quando estava vivo, no meu caminho, ou ainda os Anciãos, ou o que lhes exprimiram as Estrelas), podemos dizer que, desde ainda uma ou duas gerações, era alguma coisa que era extremamente rara.
Quando, por exemplo, IRMÃO K, começou a falar do conhecido, do desconhecido, de se liberar, de se tornar livres, de se tornar autônomos, para muitos de vocês (que não viviam a Vibração, naquele momento) isso nada queria dizer.
Mas, hoje, quando vocês vivem a Vibração, quando vocês se apercebem de que vocês não são esse corpo, de que vocês estão nesse corpo, quando vocês se apercebem de que vocês vivem uma Comunhão com seres humanos de outro extremo do planeta, ou de que vocês tiveram encontros, vocês sabem, pertinentemente (porque não é mais um saber, isso não é mais um conhecimento projetado através do 3º olho, ou seja, ilusório e completamente Luciferiano), que vocês estão na Verdade.
Porque vocês fazem a experiência: da Alegria, da Unidade, do Estado de Ser.
Mesmo se muitos de vocês ainda não tiveram acesso à verdadeira viagem interdimensional, que é a característica, eu os lembro, da Liberdade, ou seja, de não mais estar confinado em um corpo, em uma história, em uma pessoa, nas emoções, nas crenças, em uma religião, ou no mental.
Portanto, a Liberdade não é uma palavra em vão.

Então, agora, eu quero falar, também, ao conjunto da humanidade, ou para quem, em todo caso, pode ler o que eu digo, ou mesmo entre vocês que me escutam.
Voltem-se para seus Irmãos e suas irmãs que Vibram.
Porque eles não podem enganá-los.
Qual é a característica de uma pessoa que Vibra?
Isso quer dizer que ela renunciou (através da Humildade, através da Simplicidade, através da Infância e da Transparência) a toda vontade pessoal.
Ela renunciou a toda ilusão e, sobretudo, o mais importante, a todo poder e a toda vontade de dominação de outro ser humano.
Estes seres, eles irradiam a Luz.
Eles não têm necessidade de falar.
Eles não têm necessidade de seduzir.
Eles não têm necessidade de vender-lhes o que quer que seja, mas escutam o seu Coração.
Porque estes seres, mesmo se eles não têm consciência, eles tornaram-se totalmente Transparentes à Luz.
Eles não são mais deste mundo.
Eles estão ainda encarnados, como Irmãos e Irmãs, entre vocês.
Vocês sabem que, desde o mês de abril, eu disse que tudo estava consumado.
Então, é claro, aqueles que não vivem essas Vibrações e esses estados da Consciência, eles olham o mundo, e o que é que eles veem?
Ele vai cada vez pior.
Mas qual é o olhar que dita que isso vai cada vez pior?
É o olhar da personalidade, é lógico.

Mas aquele que vive a Vibração, ele vive uma grande Alegria.
Não porque ele caçoa de alguma coisa que seja terrível, mas porque ele tem o olhar, como eu disse, e a Vibração, da borboleta.
Com alguns sinais, com as Vibrações, com os Pontos que se manifestam ao nível de KI-RIS-TI, ao nível dos Pontos UNIDADE e SIMPLICIDADE, ao nível da rachadura do pericárdio, do Fogo do Coração, etc., etc..
Então, estes seres, se eles vivem isso (mesmo se eles ainda têm uma personalidade, já que estão encarnados), eles transcenderam e superaram o que faz a maior parte da humanidade que foi confinada e que está submissa, ela mesma, às leis de confinamento.
Quer dizer, eu vou tomar um exemplo muito simples: vocês creem que vocês têm alguma coisa a melhorar.
Vocês creem que vocês têm um karma a pagar.
Vocês creem que vocês devem rezar a tal hora, vocês creem nisso ou naquilo, que é exterior a vocês, e vocês não vivem o Si.
E vocês estão, perpetuamente (e todos nós o vivenciamos, em um momento ou outro de nossas encarnações), na esperança de algo melhor.
E na esperança que um dia estarão na Luz.

E depois vocês têm Irmãos e Irmãs, entre vocês, que vivem esta Luz.
Não é uma ilusão, porque eles têm a Vibração, porque eles têm os Pontos que nós falamos que estão ativos: vocês sabem, as Portas (por exemplo, KI-RIS-TI, nas costas).
Eles vivem estados de Alegria.
Eles vivem, sobretudo, a ausência de compartimentagem, como diria IRMÃO K.
Eles vivem o fim da fragmentação.
E estes seres, vocês podem dar-lhes confiança, não para lhes dar o que quer que seja, mas, mais, para acolher o que emana deles, que não são eles, porque eles tocaram o Si, em um momento ou outro: eles vivem o Estado de Ser.
Eles são o que os Arcanjos nomearam os Ancoradores de Luz, os Semeadores de Luz, e eles que permitem à Luz se revelar, neles, é claro, mas, sobretudo, neste mundo.
Não por uma vontade pessoal, não por um desejo ou um conhecimento, exterior, esotérico, mas, sim, pela qualidade desses momentos de Comunhão.
Porque depois, fora dos momentos de Comunhão, cada um pode retornar na personalidade, às vezes com raiva, às vezes com tristeza.
Mas aqueles que vivem, realmente, a Vibração, e bem, pouco a pouco, eles constatam, por eles mesmos, que a Inteligência da Luz (qualquer que seja suas circunstâncias de vida, que eles estejam acometidos de uma doença, que eles estejam na abundância, ou que eles estejam, a priori, na falta), por sua Graça e sua Inteligência, traz-lhes tudo o que é necessário para realizar seu papel de Semeadores de Luz.

O mais importante, para estes seres, é que em certos momentos (ou, para alguns deles, durante toda a sua vida), eles se abstraíram de sua personalidade.
Eles se apagaram, para viver a Luz.
É o que foi chamado de Abandono à Luz e de Renúncia.
Não renúncia a este mundo, não renúncia à vida, mas, muito pelo contrário, eles estão vivendo.
Eles ressuscitaram, ou eles começam a viver sua Ressurreição em CRISTO.
Eles têm o Fogo do Coração, eles são Portadores da Luz.
E eles sabem muito bem que eles alcançaram uma dimensão do Estado de Ser onde eles não podem mais reivindicar o que quer que seja, para eles, porque eles alcançaram a totalidade.
Não há mais qualquer falta quando a Luz os preenche.
Mas, para isso, é preciso aceitar renunciar à personalidade.
É preciso aceitar não mais se dar a estados de emoções ou a uma atividade mental.
Hoje, cada vez mais, a Luz penetra no Interior de suas estruturas.
Então, se vocês não Vibram, isso quer dizer o quê?
Isso quer dizer que não há ainda, suficientemente, os Quatro Pilares do Coração.
É preciso ir para ainda mais Humildade, ainda mais Simplicidade, ainda mais Transparência, ainda mais Infância e Pobreza.
É preciso deixar a Luz trabalhar.
Para isso, nós lhes dissemos, é preciso ser a Luz.
E aqueles Irmãos e Irmãs que vivem isso, hoje, constatam, diariamente, que quanto mais eles vão para este estado de acolhimento, de Abandono, de Renúncia, mais sua vida é transformada pela Luz.

Eu lhes disse, desde o mês de abril, que tudo estava consumado.
O conjunto das Portas que deviam ser ativadas, e o conjunto dos desdobramentos da Luz que deviam ocorrer, no ser humano, no Céu, na Terra, sobre a Terra, no Sol, no sistema solar, estão, integralmente, concluídos.
O que significa que o basculamento em meio à Unidade, o que eu chamei de ‘planeta-grelha’ (de maneira humorística, quando vocês não podiam, realmente, apreender-se, mesmo viver, o que isso queria dizer), e bem, hoje, alguns Irmãos e Irmãs encarnados o vivem, por completo.
O que acontece naquele momento?
A Alegria é cada vez maior.
Não pode existir qualquer ligação com um sofrimento, com um ser, com uma situação, com o que quer que seja da personalidade.
Estes seres vivem a Liberdade, a Autonomia, como dizia IRMÃO K.
O Supramental, como dizia SRI AUROBINDO, está prestes a fazer seu trabalho, ao nível celular e ao nível da Consciência humana.
Então, para aqueles que não Vibram, eu quero dizer-lhes: os outros, aqueles que Vibram, eles estão simplesmente aí para dar-lhes, sem o desejar, simplesmente pela sua Transparência, esta Luz.
Se vocês não vivem ainda, nos tempos que se inscrevem agora, ninguém é responsável.
Nem vocês, nem o outro, nem o Céu, nem a Terra, porque, como nós sempre dissemos, vocês estão, muito exatamente, no lugar correto que deve ser o seu.
Mas a Luz é, também, para todo ser humano.
Não há karma.
Não há impedimento de idade.
Há um único obstáculo, e sempre um único obstáculo (e este, há apenas vocês que podem atravessar esta Porta), nós lhes dissemos: é a vontade pessoal.
É a vontade de bem.
É a vontade Luciferiana de projeção espiritual no exterior (o que chamamos de poderes, de esoterismo): todas essas noções que nada têm a ver com a Luz Vibral e, ainda menos, com o Amor.

Então, é claro, como isso foi dito, não há muito tempo, pela NO EYES, os ensinamentos que querem confiná-los na matriz, eles vão, também, falar-lhes sobre o Amor.
Eles vão falar-lhes sobre o ódio, é preciso ser razoável, no entanto.
Mas aqueles de vocês que vivem a Vibração sabem muito bem que eles vivem a Verdade, mas que cada verdade é respeitável.
Que aqueles que não Vibram no momento, a solução está neles.
Ela não está no exterior.
Ela não está em um salvador, como dizia IRMÃO K.
A Luz, hoje, convida-os, como nós dissemos várias vezes e como eu disse de maneira humorística, há ainda um ano.
Antes, vocês podiam colocar a poeira sob o tapete.
E nós retiramos o tapete.
Vocês foram obrigados a ver a poeira, ou seja, as zonas de sofrimento, as zonas de mágoas, não para poder solucioná-las ou compreendê-las (isso, é o ego que quer resolver e compreender), mas, simplesmente, para viver que vocês não são isso.
Quando nós dizemos, sem parar (como dizem nossos Irmãos e Irmãs orientais que estão com vocês): vocês não são a Verdade nesse corpo.
A Verdade, ela está nesse corpo que é um Templo.
Vocês são Seres ilimitados, então, o que faz com que vocês sejam limitados?
Será que é porque vocês têm que pagar alguma coisa?
Será que é porque vocês não estão suficientemente despertos?
Não.
Simplesmente, porque vocês não tomaram consciência de que, aqui, vocês estão em um confinamento, e de que, para viver a Liberdade, isso é aceitar que vocês estão confinados.
Isso não quer dizer encontrar, através de um conhecimento esotérico, ou através de iniciações, ou de energias, a Luz.
Porque, isso, vocês jamais encontrarão.
Vocês permanecerão, sempre, na ilusão matricial.
Vocês permanecerão, sempre, na ilusão da Luz.
Isso significa o que chamamos de ‘astral’: nos estados emocionais, nos estados mentais.
Mas será que é culpa da Luz?
Não.

A Luz, cada vez mais, ela vem bater à porta.
Ele virá como um ladrão na noite.
Aqueles de vocês que viveram a abertura da Porta KI-RIS-TI, estão na Luz Branca.
Não estão nas ilusões astrais (de ver as vidas passadas, de ver as memórias, de ver os sofrimentos), nos contratos de alma, que apenas existem na matriz.
Vocês são os Espíritos que são Livres e que são perfeitos, por toda Eternidade.
Como é que o que é perfeito, por toda Eternidade, poderia melhorar?
Reflitam um pouco.
E coloquem-se, realmente, a verdadeira questão: se vocês não estão Vibrando, qual é o medo que está em vocês?
Qual é a vontade que quer se exprimir?
Qual é a ilusão que os impede de viver o Amor?
Não nas projeções quiméricas, astrais, mentais, mas na Vibração do Si, da Unidade, do Estado de Ser.
Olhem-se.
Isso apenas podem ser os medos.
Isso apenas podem ser os apegos que ainda estão presentes.
Vocês não ousam ir ao desconhecido.
Vocês não ousam, como disse IRMÃO K, atravessar o rio, ir ao outro lado, porque vocês têm medo.
Há apenas isso.
Ninguém é responsável.

Hoje, a Luz está por toda parte.
Aqueles que têm a Visão Etérea veem-na no Céu.
Eles a veem quando nós chegamos ao interior deste canal.
Eles a veem por toda parte, entre Irmãos e Irmãs que comungam.
Todos vocês estão convidados, sem qualquer exceção, a viver o Amor.
Mas viver o Amor é não mais viver o medo.
É não mais viver os apegos.
É não mais viver o medo da falta.
É não mais viver a necessidade de controlar outro ser humano.
É respeitar a Liberdade, e tudo isso vai ser desenvolvido para vocês, com palavras certamente mais bonitas do que as minhas.
Portanto, não me façam perguntas sobre isso, porque A FONTE, que virá depois de mim, porque SRI AUROBINDO, IRMÃO K, as Estrelas, amanhã, que virão, irão explicar-lhes isso com Vibrações muito presentes, que nós não poderemos mais negar o que acontece.
Mesmo se a vontade está ainda presente, mesmo se a ilusão está ainda presente, principalmente em algumas Vibrações espirituais, que são matriciais e que não são a Liberdade.
Mas, isso, eles irão explicar a vocês.
Eu gostaria, simplesmente, de situar, de novo, o conjunto das coisas que lhes serão ditas e que já lhes foram ditas, desde algumas semanas, mas que serão completadas, hoje, sobre o Amor.
Porque é muito exatamente isso que vem e é muito exatamente isso que vocês irão viver.

Quando o CRISTO dizia: “deixem os mortos enterrarem os mortos”, será que isso queria dizer que Ele não amava os mortos?
É claro que não.
Mas vocês não podem forçar ninguém.
Quando Ele dizia: “seja eu”, isso não queria dizer para segui-lo, Ele.
Ele queria dizer assim: “seja eu, seja você mesmo”.
Não no sentido de seguir, mas no sentido de Ser.
Ser a Luz que é a Verdade do Espírito.
Ou seja, tornar-se multidimensional.
Não mais ser limitado por este corpo, por esta vida, enquanto estando neste corpo.
Mas, tudo isso, ainda uma vez, eu deixarei os Anciãos, as Estrelas se exprimirem (e, sobretudo, A FONTE) sobre isso.
Eis o preâmbulo que eu queria fazer.
Eu espero não ter sido extremamente longo.
Agora, vocês podem me fazer todas as perguntas que quiserem.
Eu lhes agradeço por terem me escutado sem cair no sono.

Pergunta: como fazer para cessar as fugas de Kundalini, à noite?

Minha Irmã, é importante compreender que se há fuga da Kundalini, há resistências.
A Kundalini, ela está ligada, vocês sabem, ao primeiro chakra, ou seja, ao que chamamos de vitalidade, isto é, o Fogo da personalidade.
Isso quer dizer o quê?
Isso quer dizer que, em você, há um medo para se Abandonar, na totalidade, à Luz, porque se a Kundalini percebe, ela foge para baixo, isso quer dizer que ela despertou, não é?
Que ela acendeu, em qualquer parte.
Que o Fogo da Terra acendeu.
Mas se ela não sobe, isso quer dizer que, nos chakras que estão em cima, há ainda apegos que se opõem a esta liberação.
Então, há, é claro, técnicas, que existem, mas o mais importante é o mecanismo.
Isso foi dito há pouco tempo.
Os apegos e, sobretudo, o que foi chamado de apegos coletivos, são terríveis porque eles fazem parte da estrutura do cérebro.
Eles fazem parte da estrutura desse corpo que foi alterado com (como vocês chamam isso? está na moda, mas não vejo ali tecnologias eletrônicas) o que foi chamado de implantes.
Os implantes, no sistema nervoso, que fazem com que vocês tenham, por exemplo, na encarnação, um instinto que é o instinto de sobrevivência.
Mas é completamente estúpida, esta expressão: sobrevivência do quê?
Do corpo?
E bem, o que está operando, em você, como em muitos, hoje, são os últimos medos.
O medo de soltar, como eu dizia, o pote.
O medo de soltar os amendoins.
O medo de soltar esse corpo.
Isso não quer dizer que vocês vão morrer.
Isso quer dizer que vocês irão viver uma Consciência que não está mais limitada e confinada nesse corpo, sem, no entanto, partir nas ilusões e nas quimeras, emocionais ou mentais.
Portanto, suas fugas de Kundalini significam isso.
Isso significa que a Porta Estreita (aquela que foi denominada Ponto OD, a Crucificação) ainda não ocorreu.
Mas isso não quer dizer que é preciso condenar o que quer que seja, em você.
Isso quer dizer que é preciso aceitar Abandonar-se, integralmente, à Luz.
Hoje, a Luz, ela vem dizer-lhes o quê?
Você quer ser Luz ou você quer ser esta personalidade?
Como eu disse: em uma época, vocês tiveram as nádegas entre duas cadeiras, não é?
Hoje, isso não é mais possível, porque vocês estão nos tempos que terminam.
Ninguém conhece a data.
Do quê?
Da transformação final da Terra.
Mas ela está aí, para aqueles que a vivem.
E ela está longe de estar aí para aqueles que não suspeitam de nada, no momento, mesmo se os efeitos da Luz se tornam cada vez mais perceptíveis, que isso seja sobre o que acontece sobre a Terra.
À época, minha expressão foi: ‘yoyoter de la touffe’, ou seja, o mental que vai disparar, que vai se voltar cada vez mais para o medo, no por que, no como, na incompreensão.
Porque, efetivamente, a Luz não é deste mundo.
E o Amor não é deste mundo.
É isso que veio lhes dizer o CRISTO: “amem-se uns aos outros”, mas não façam uma religião, façam uma Vibração, uma Comunhão.
Não é a mesma coisa do que dizer “eu te amo” a um ser, com um belo sorriso, e nada Vibrar ao nível do coração, não é?
No que se refere às fugas, não há que ter qualquer culpa.
Há apenas que aceitar ver-se.
Tornar-se cada vez mais Transparente à Luz.
O que acontece quando aceitamos nos ver e depois nos tornamos cada vez mais Transparente à Luz?
E bem, desaparecemos na Luz, porque conectamos a Essência do que somos, uns e outros, sem qualquer exceção.

Pergunta: é normal quando lemos, mesmo uma canalização, não mais se lembrar da primeira linha no final da segunda ou da terceira?

Então aí, cara amiga, é um ótimo sinal.
Lembrem-se de que, agora, vocês vivem, não mais a comunicação, como isso foi dito, mas a Comunhão.
Esta comunicação não é mais, necessariamente, voltada a um outro ser humano.
É um estado Interior.
E quanto mais vocês se centram no Coração, mais vocês são incapazes de funcionar neste mundo.
Como vocês querem viver o Samadhi e continuar a guiar automóvel?
Vocês imaginam MA ANANDA MOYI guiando um automóvel, quando ela estava viva?
É preciso saber o que vocês querem, não é?
Então, é bastante lógico.
A Vibração os leva, mesmo se vocês leem o que eu digo, aí, agora.
Vocês vão ler uma linha, na segunda linha, vocês não vão mais lembrar o que foi dito na primeira linha.
E é a mesma coisa quando vocês entrarem em contato com um Irmão ou uma Irmã.
Vocês irão entrar imediatamente em Comunhão e vocês irão ficar com ar de bobo.
Por quê?
Porque em Comunhão, não há mais necessidade de palavras.
Porque a linguagem é específica deste mundo.
A Palavra não é o Verbo.
O Verbo é uma Vibração que não tem o que fazer das palavras.
Tudo isso, vocês estão prestes a descobrir e a viver.
Então, é claro, o mental vai se inquietar porque ele diz: “mas se eu não posso trabalhar, se eu não posso guiar meu carro, se eu não consigo me levantar, o que vai acontecer?”.
Vai acontecer que vocês irão se tornar Luz.
Cabe a vocês saber o que vocês querem ser.
Então, alguns podem também viver a Luz, cada vez mais (este Amor indizível), e, no entanto, continuar, porque, lembrem-se: há várias Moradas na cada do Pai.
Vocês têm, cada um, a sua Verdade.
Mesmo entre todos os Irmãos e Irmãs que vivem esta alquimia das três Lareiras e que começam a se estabelecer, inteiramente, no Coração, vocês não têm o mesmo destino.
Vocês não têm o mesmo futuro.
Vocês não habitam, todos, o mesmo local sobre a Terra, então, por que vocês querem que no Céu seja a mesma coisa?
Quando eu digo no Céu, isso quer dizer nos estados multidimensionais.
Não é um outro lugar.
É aqui.

Pergunta: hoje, qual é a importância da sexualidade sagrada?

Caro amigo, tudo depende do que você coloca como crença, sobre isso.
O tantrismo é uma realidade.
Ele sempre foi descrito, que isso seja no taoísta, como nos Upanishads.
Naturalmente, a Bíblia e as religiões representaram a sexualidade como algo que obedece a leis.
Mas, hoje, faça como você Vibra.
Se sua Vibração afasta de você a sexualidade, por que é que você tem necessidade de ter relações sexuais?
Se, agora, seu estado Vibratório o atrai para uma sexualidade, e bem, pratique-a.
Mas esteja consciente do que ela vai refletir.
E eu já expliquei isso também.
É comparável às pessoas persuadidas de ter almas irmãs, chamas gêmeas, vindo do mesmo lugar.
Mas isso não é possível, no Espírito, já que vocês são totalmente Livres.
Por que seria preciso estabelecer uma relação privilegiada com um Espírito já que todos vocês são Espíritos?
Isso, é claro, o cérebro não pode compreender, e a personalidade, ainda menos.
Mas quando vocês vivem a Luz, vocês são a Luz.
Vocês são o Arcanjo.
Vocês são A FONTE.
Vocês são a Shakti.
Vocês são tudo.
Vocês estão por toda parte ao mesmo tempo.
A sexualidade é a mesma coisa.
Se vocês têm necessidade de sexualidade, não há nem que culpar, nem que controlar o que quer que seja.
Mas o que eu posso dizer é que, se vocês estão Transparentes à Luz, e vocês se tornam Amor, na Vibração, se vocês estão estabelecidos na Fusão das três Lareiras e se vocês vivem a multidimensionalidade, a sexualidade não pode existir, tão simplesmente.
Não porque seja uma privação, mas porque vocês se tornaram multidimensionais, inteiramente.
Então, por que deveria ter alguma coisa que permanecesse?
A sexualidade sagrada existe, mas há também seres que vivem, por exemplo, a Comunhão com o CRISTO, com a Hóstia.
Por que não?
Mas vocês estão bem conscientes de que muitas coisas, atualmente, estão prestes a se modificar, em vocês.
As necessidades não existem mais, mesmo se ainda existam prazeres.
Então, agora, se os prazeres se situam sobre esta esfera, e bem, grande bem os faça.
Mas, ainda uma vez, aquele que vive a Transparência total do Coração nada tem a preencher, sobre este mundo, já que ele se tornou a Luz.
Ele está sobre este mundo, ele está na Paz, no Si, no Maha Samadhi.
E perguntem se as Estrelas tinham necessidade de ter um homem em sua cama.
Perguntem se nós, Anciãos, tínhamos necessidade de ter companhias sexuais.
Obviamente, havia companhias espirituais, para alguns de nós.
Mas isso não é a mesma coisa.
A Comunhão de Coração a Coração é um êxtase que é muito superior ao ato sexual, será que você deseja se atravancar de um ato sexual, mesmo sagrado?
E mais, que dura apenas um instante, enquanto o gozo do Coração, ele é isento, permanentemente, e ele não necessita de outra pessoa.
Mas bem, cada um com seu, como dizer, cada um com seu ponto de vista, não é?
E cada um com sua Vibração.
Então, nenhuma culpa.
Se vocês sentem que vocês devem comer carne, e que vocês ficam constrangidos de não comer carne, são vocês que estão no erro.
Porque pode ser que o corpo, Vibratoriamente, ele lhes pede para comer carne.
Eu sempre disse, durante a minha vida, que eu não queria comer carne não porque isso era uma regra, era um estado Vibratório.
Agora, se o seu estado Vibratório lhes diz que comer tal carne nada muda em vocês, então, grande bem os faça, aí também.
É comparável ao consumo de qualquer carne.
E eu não faço analogia com a sexualidade, é claro, eu especifico.

Pergunta: mesmo estando na Luz, não podemos nos nutrir de amor e de água fresca [“eau fraîche”], somos obrigados a ter um aporte exterior?

Aquele que diz: “eu não posso me nutrir de amor e de água fresca”, ele está na personalidade.
Aquele que está na Graça tem confiança na Luz, que isso seja mesmo para seu abrigo, que isso seja mesmo para se nutrir.
O CRISTO lhes disse.
Vocês têm, hoje, Irmãos e Irmãs que se tornam seres errantes, sem teto, sem dinheiro, sem alimento, sem qualquer segurança.
Eles são Livres e eles de nada carecem.
Porque não há qualquer razão (se vocês dão o primeiro passo para a Luz) para que a Luz os deixe morrer em um canto, mas é preciso ousar deixar os amendoins no pote.
Agora, vocês não estão, todos, na mesma situação.
Há quem seja obrigado a manter certa forma de responsabilidade, em relação aos filhos, em relação, por exemplo, se eles são proprietários de uma fábrica, aos empregados.
Vocês estão, todos, muito exatamente no seu lugar.
Mas, em última análise, alguns Irmãos e Irmãs sentem impulsos do Espírito para se liberar de tudo, não para renunciar a um marido, uma mulher, um trabalho, mas isso é vital para eles.
Eles vivem a Luz.
E a Luz não tem que se colocar a questão de viver de amor e de água fresca.
Isso é sempre, e isso será sempre, a personalidade que pronunciará esse tipo de frase: “não podemos nos nutrir de amor e de água fresca”, “não podemos nos nutrir de Luz”.
E bem, isso não é verdadeiro.
Tudo depende do nível de Consciência.
É verdadeiro para um.
Não é verdadeiro para o outro.
É a mesma coisa para a carne, é a mesma coisa para a sexualidade.
A Luz torna-os Livres.
Vocês querem ser Livres?
Mas esta Liberdade é a Liberdade da Consciência.
Há seres que são Livres com dez mulheres, tanto melhor para ele.
Mas há seres que são Livres, mesmo sozinhos.
Há seres que são livres com muito dinheiro.
Há seres que são Livres, mesmo sem dinheiro.
O problema não é se nutrir de amor e de água fresca.
O problema não é ter dinheiro, ou não ter dinheiro.
É um problema de Consciência.
Vocês acreditam que MA ANANDA MOYI se preocupava em se alimentar?
Vocês acreditam que MAHARSHI, por exemplo, ou ainda SRI AUROBINDO (ou outros, tantos outros), ou mesmo IRMÃO K, estavam preocupados em se alimentar?
E, no entanto, eles comiam, não?
Se vocês têm apenas mais fé, se vocês têm a Luz, se vocês estão na Luz e se vocês estão Transparentes, por que algo deveria lhes faltar?
A parábola de CRISTO, quando ele perguntava: “será que o pássaro se preocupa com o que ele vai comer amanhã?”, não era uma parábola, é a Verdade.
É a estrita verdade, neste mundo onde vocês estão, hoje, mais do que em minha época.
Então, vocês querem ser Livres?
Vocês querem manter a vida da 3ª Dimensão, ou vocês querem viver a Multidimensionalidade?
A vocês será feito (e nós lhes dissemos) segundo sua Vibração.
Nada mais, nada menos.
Então, não há que ter qualquer culpa.
Se vocês estão de acordo com o que eu digo, vivam sua vida e seu caminho porque é o seu caminho.
Mas a Luz, ela vem propor-lhes uma outra coisa.
Lembrem-se: nós lhes dissemos que o conjunto da humanidade seria Liberado.
Por quê?
Porque é normal que as condições de confinamento e de ilusão, nas quais vocês foram colocados, cessem, e esse é o momento em que elas cessam.
Vocês são Espíritos, quer queiram ou não.
Agora, o Espírito é Livre para experimentar um corpo, qualquer que seja esse corpo.
O Espírito é Livre para se tornar uma árvore (não no sentido, como isso se chama, os termos, psicose, hein), mas em Consciência.
Agora, se vocês não querem ser Livres, permaneçam confinados.
Mas não reivindiquem a Liberdade, enquanto querendo permanecer confinados.
É um pouco contraditório, não é?
Agora, se vocês creem que a Liberdade faz parte da segurança material, afetiva, da segurança profissional e da segurança espiritual, vocês irão permanecer no conhecido.
Vocês jamais irão viver o Desconhecido.
E isso não é uma punição, é a justa retribuição do estado Vibratório de cada um.

Pergunta: ao que corresponde o período a partir do dia 17 de dezembro, quando da intervenção de MARIA?

Caro amigo, que dia é hoje?

Resposta do perguntante: 3 de dezembro.

De acordo.
Então, faltam duas semanas.
Um Arcanjo denominou isso HIC e NUNC (ndr: Aqui e Agora).
A Luz, ela está no Instante Presente.
A Luz, ela não está no amanhã.
Ela não está no ontem.
Ela jamais estará no ontem.
Ela jamais estará no amanhã.
Ela jamais estará em uma iniciação.
Ela jamais estará nas percepções ligadas ao 3º olho.
Ela jamais estará nas emoções e jamais, no mental.
Ela está no Coração, no Si.
E o Si, ele está presente, logo mais.
Agora, o coletivo será, cada vez mais, um apelo, não voluntário, do conjunto das Consciências dos Irmãos e das Irmãs que vivem o Coração, para a Terra.
O Som da Terra, muitos o ouvem.
O Som do Céu, muitos o ouvem.
Mas, eu tenho dito o quê?
Um dia de muito frio.
E vocês devem aguardar, também, o Som do Céu e da Terra, mesmo se alguns de vocês já o vivem individualmente.
Perguntem a alguém passando na rua se ele ouve o Som do Céu: ele vai olhá-los e chamar o hospital psiquiátrico.
Então, vocês estão aqui e agora.
A partir do dia 17, vocês terão uma série de encontros extremamente específicos, todas as semanas, com MARIA.
Isso é tudo o que eu posso dizer.
Mas ele resulta diretamente dos processos de Consciência que muitos de vocês vivem, aqui, pelas Vibrações de acesso ao Si e à Unidade.
Por Vibrações cada vez mais intensas.
Por uma Luz Branca, cada vez mais presente.
Por um Amor, cada vez maior.
Isso é o mais importante.
Agora, efetivamente, no dia 17 e nas semanas seguintes, haverá encontros Vibratórios que se referem à humanidade.
E eles são importantes.
Portanto, aguardem esse dia e se preencham de Luz.
Tornem-se cada vez mais Transparentes durante essas duas semanas.
Tornem-se cada vez mais humildes, cada vez menores.
Esvaeçam-se diante da majestade do que vocês são.
Não por uma personalidade que diz: “eu quero”, mas por uma personalidade que diz “tome-me”, “torne-me ao que eu sou”.
Porque a Luz está por toda parte e ninguém poderá ignorá-la, em breve, ou seja, no momento coletivo.
Mas, isso, ninguém, conhece a data.
Nós lhes dissemos, já, desde dois ou três meses (os Arcanjos), que nós estávamos à beira da sua Dimensão, que seu astral individual está prestes a desaparecer.
O que são seu astral individual, seu mental individual e seu causal individual?
Houve uma comunicação há pouco tempo sobre isso.
É, evidentemente, o último envelope.
O último envelope é aquele que mantém o Coração na Ilusão, é o que é chamado de Pericárdio, o envelope do Coração, e o envelope Causal que está, ele, ao nível da garganta, que começou a ser iniciado pelo Arcanjo URIEL, no ano passado, há justamente um ano, e que, agora assumiu o lugar de MIGUEL porque é o tempo da Reversão Individual.
Vocês podem vivê-lo a cada minuto e, coletivamente, no momento em que a Terra decidir, porque a Terra conhece a data.
Nós que estamos, agora, mais perto de vocês, quando eu disse, no mês de abril, que tudo está consumado, efetivamente, tudo estava consumado.
Então, é claro, aquele que nada vive, vai ali dizer: “mas, consumado, ele disse qualquer coisa, o velho ‘croûton’ aí; o que ele nos conta?; nada acontece”.
Nada acontece para aqueles que nada vivem, é claro.
Agora, vocês veem, sobre o mundo, o que ocorre.
Mas, o mais importante é o que acontece, em vocês, porque o que acontecerá sobre o mundo, acontecerá, porque isso aconteceu, em vocês.
E alguns Irmãos e Irmãs, que não têm qualquer noção do que é a Luz, não o desejam.
Mesmo e, principalmente, para os Irmãos e Irmãs que estão em procedimentos ditos espirituais e que estão confinados em escolas, em iniciações, em aberturas do 3º olho ou em movimentos que os afastam do Coração, e que estão na esperança de um mundo melhor, sobre esta Terra, nesta Dimensão.
Isso não existe, porque o próprio princípio desta 3ª Dimensão (como vocês sabem e como vocês vivenciaram, todos nós vivenciamos) é a predação e a competição, a resistência e o amor / relação.
Ao passo que nos Mundos Unificados, é o Espírito, é a Liberdade, é aí onde não há resistências, é o Si, é a Alegria Eterna.
ANAEL é, eu os lembro, o Arcanjo da Comunicação e do Relacionamento, e se tornou o Arcanjo do Amor Vibral, enquanto porta-voz do Conclave.
URIEL é aquele que faz a Reversão, em vocês, por sua Presença, que é sua Presença.
Portanto, se vocês estão na Presença, o que vai acontecer?
Vocês não estarão mais, dentro de muito pouco tempo, no aguardo de uma data, ou no conhecimento de uma data, já que vocês terão vivenciado (na vida, em seu estado), esse processo: uma pequena parte do que poderíamos denominar ‘estado Multidimensional’ (que eu chamo de Ultra-Temporalidade), ou seja, vocês terão acesso à trama do tempo desta Terra.
Há muitos seres que começam a ter sonhos, como eles dizem, onde partimos.
Mas, é evidente que vocês partem, mas vocês partem para onde?
Toda a questão está aí.
É a Consciência que é ressuscitada e que ressuscita.
O que acontece para aqueles que vivem os Alinhamentos?
Vocês veem bem, às 19h00 (hora francesa), que isso é cada vez mais intenso, que isso é cada vez mais na Luz (ver a coluna “protocolos a praticar / protocolos prioritários”).
E quando vocês estão na Luz e neste estado, será que vocês se colocam a questão de como vocês vão ganhar sua refeição amanhã?
Não, não há mais questão, é isso o Coração.
Portanto, para quem não tinha mais questão, isso quer dizer que não havia mais problema, tampouco.
Para aquele que não tinha mais problema, isso quer dizer o quê?
Que tudo o que está ligado à personalidade não existirá, tão simplesmente, mais.
Isso é, portanto, simples.
Aqueles que vivem Passagens na Luz, no Estado de Ser (que isso seja nos Alinhamentos, ou à noite, ou em determinados momentos), eles bem têm Consciência de que eles vivem algo que não é um sonho, algo que é profundamente diferente.
E isso, vocês são cada vez mais numerosos a ali aceder.
Então, é claro, o mental ali vai se pôr a pedalar, para aqueles que ainda têm um mental muito forte.
Será que é amanhã?
Será que é depois de amanhã?
Será que eu faço provisões?
Será que eu paro de trabalhar?
Será que eu deixo mulher e filho?
Mas não é a Luz que diz isso, é a personalidade.
Porque, se vocês se tornam esta Essência de Luz de Amor que vocês são, mas as circunstâncias exteriores, elas são o quê?
Elas nada representam em relação ao Samadhi.
Isso não é uma fuga da realidade.
Isso é o real que aparece: a Verdade.
O ser Azul de Sirius que se denomina SERETI, deu-lhes as datas.
Datas, vocês querem?
Vocês as têm.
Agora, eu sempre disse que quanto mais o tempo fosse curto, ou seja, quanto mais o tempo se aproximasse de um prazo temporal, mais o tempo da Passagem seria reduzido.
Ou seja, que o tempo do que foi chamado de profecias (com todas essas descrições de coisas terríveis), irá durar extremamente pouco tempo.
É quando mesmo excelente, não?
Por que sofrer já que, agora, a Luz está aí?
Naturalmente, através também do que vai acontecer, não vejam ali qualquer ausência de Luz.
O que vai acontecer naquele momento?
O que resta?
Não o nada: a Verdade, ou seja, o Si.
E para estes seres, é preciso, talvez, passar por isso, para viver o Si.
Eles não estão em seu local.
Então, é claro, se vocês estão no mental, vocês irão dizer: “mas isso é um sofrimento, isso é terrível”.
O que vocês conhecem?
Há seres, hoje, que estão, talvez, prestes a perder seu corpo, com uma doença, ou prestes a perder seu trabalho.
O que acontece quando eles aceitam, qualquer que seja a perda?
Eles vivem a Luz, porque eles são Liberados, pela Graça da Luz, não por uma vontade pessoal de eliminar isso ou aquilo.
A ação da Luz, ela é Inteligente, esse não é sempre o caso de Irmãos e Irmãs que estão no mental, principalmente quando há Q.I. elevado, como dizemos.
O Caminho da Infância é o Caminho daquele que não mais necessita do seu mental: não há mais necessidade de se projetar no futuro, nem na referência de uma experiência passada porque ele vive a Graça a cada instante.
É isso, a Luz.
É isso, o Amor.
E não nas projeções de amor para com um ser humano, um neto, um avô, é também isso, mas não é isso.

Pergunta: se não praticamos os protocolos que foram comunicados até agora, é importante retomá-los?

Não, o mais importante, hoje, mais do que nunca, é abrirem-se.
Lembrem-se de que vocês têm seus Irmãos e suas Irmãs que Vibram.
Liguem-se, entre aspas, neles.
Comunguem com eles.
Eles são, não intermediários, mas eles são Transparentes à Luz.
Portanto, é uma ajuda sagrada.
Então, agora, vocês podem trabalhar nos apegos, vocês podem trabalhar na Comunhão, vocês podem trabalhar no Yoga da Unidade, é com vocês.
Mas tudo está aí, porque tudo está consumado.
Se vocês quiserem, é uma gama de frequências (a Luz Vibral) que está sobre a Terra.
Portanto, vocês podem se conectar, mas, para conectar-se, o que é preciso?
Humildade, Simplicidade, Transparência e Pobreza.
Isso foi explicado inúmeras vezes.
Por mais que vocês façam todos os protocolos, se vocês não estiverem neste estado dos Quatro Pilares, nada disso serve.
É a Consciência que decide, hoje, e a Luz, porque sua Consciência é Luz.
Ou seja, como foi dito, ela é Inteligente, esta Consciência de Luz.
O que o mental jamais será: o mental não foi feito para ser inteligente, o mental foi feito para raciocinar e para trabalhar na dualidade Bem / Mal.

Pergunta: quando estamos preocupados ao nível da personalidade, por emoções, por exemplo, como retornar ao estado de Graça, à Luz?

Hoje, mais do que nunca, se uma emoção vem preocupá-lo, isso quer dizer que a Luz não é bastante o suficiente, em você.
Então, ela não vem lhe pedir para combater tal emoção, mas para olhá-la, deixá-la passar, porque você não é esta emoção.
Chegará um momento em que, quanto mais a Graça se instalar, menos poderá ali haver emoção.
Não pode ali haver a Graça da Luz (o Amor Luz, o Amor Vibral) e emoção, porque a emoção é uma gama de frequências que pertence à personalidade.
Então, é claro, muitas coisas ditas espirituais atuaram sobre esta emoção.
A emoção é o que vem da alma, mas da alma voltada para a personalidade, não da alma voltada para o Espírito.
Então, é normal ter ainda momentos em que uma raiva pode chegar, em que uma tristeza pode aparecer, mas é justamente para mostrar-lhes o que resta, em vocês, como apego e, então, para pedir-lhes para ascender, ainda mais, na Vibração da Graça, da Luz e do Amor.
Nós sempre dissemos que a Luz ia penetrar, no ser humano, aí onde ela podia.
Se as Portas se abrirem, tanto melhor.
Mas imaginem uma pessoa, mesmo nos meios ditos espirituais, com o segundo chakra, por exemplo, muito aberto (um centro de confiança, de vontade e de poder extremamente ativo), e bem, a Luz, ela vai penetrar por aí já que ela não tem como penetrar em outros lugares.
E isso vai desencadear o quê?
Tomadas de poder, raivas terríveis, uma falta de estabilidade ou a guerra, tão simplesmente, em si, como no exterior de si.
Será que podemos dizer que foi a Luz que desencadeou isso?
Absolutamente não.
Foi justamente a Luz que não pôde se instalar no Coração.
Mas lembrem-se: quanto mais vocês são numerosos a viver esta individualidade da Unidade da Luz (ou seja, seu momento individual), quanto mais o coletivo se aproximar, quanto mais a Comunhão se estabelecer, de próximo a próximo, e se difundindo, de Consciência em Consciência, mais isso será fácil, esta noção de ‘choque da humanidade’.
Quanto mais o tempo passa, melhor é (o tempo em termos humanos).

Pergunta: viver um estado de bem-estar extraordinário, de comunhão com a natureza, pode ser um estado de Samadhi?

Sim.
A Comunhão, como lhes disse, não há muito tempo, NO EYES, é grandemente facilitada na natureza, porque as árvores, por exemplo (que são seres Multidimensionais, elas também), empanturram-se de Luz Vibral e elas se comunicam com grande facilidade com vocês.
Isso pode ser comparável a um curso d’água.
Para aqueles que têm a Visão Etérea, vocês veem bem, à noite, que a Luz Branca está por toda parte: está chovendo Luz, e de grandes temporais, mesmo.
Então, sim, isso pode sê-lo.
Não esqueçam, tampouco, que há vários Samadhi.
Mas o estado de bem-estar, de Comunhão, é já muito importante, porque, mesmo se não for o Samadhi como MA ANANDA, por exemplo, mas são já estados que vai fazê-los tomar Consciência do que é a Natureza e a Essência da Luz Vibral do Amor.

Pergunta: de que maneira o Canal Mariano é o fio condutor da Vibração?

O Canal Mariano é o fio condutor da Transdimensionalidade.
Ele não é o fio da Vibração.
O fio da Vibração é o Canal do Éter, é o Canal chamado de Sushumna, canal mediano da coluna vertebral que está forrado de Luz ou de Partículas Adamantinas.
É a Coroa Radiante da cabeça, a revelação da Luz, não mais o confinamento no Bem / Mal Luciferiano, no 3º olho, mas a abertura da Coroa Radiante da cabeça, depois do Coração e, enfim, do Sacro.
Isso é o fio diretor da Luz e da ação da Luz nas estruturas.
O Canal Mariano corresponde ao que os nossos amigos e irmãos orientais chamam de Antakarana, ou seja, a Ponte de Luz, do lado esquerdo, que está forrada, ela também, agora, de Luz Adamantina e que é chamada de Canal Mariano, pelo qual os Irmãos e as Irmãs que Vibram entram já em contato com Uma das Estrelas ou com Um dos Anciãos.
Portanto, cada um tem as suas especialidades.
MA ANANDA, quando ela intervém em um Canal, ela os faz viver o Samadhi.
Eu, eu venho coçar os ouvidos.
É muito diferente conforme cada um.
Mas o Canal Mariano é o fio diretor da Luz, é o fio diretor da Transdimensionalidade, ou seja, do acesso à Multidimensionalidade, que lhes dá a possibilidade de viver um contato consciente com um Arcanjo, com Uma das Estrelas, com Um dos Anciãos, ou com civilizações ditas extraterrestres, que isso seja os Anjos do Senhor ou Outros.

Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.

Então, caros amigos, eu lhes transmito todas as minhas bênçãos.
Eu lhes transmito, além das bênçãos, todo meu Amor fraterno.
Eu lhes digo até muito em breve.
Excelentes Vibrações de Amor.


Tradução para o português: Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.com

IRMÃO K - 3 de Dezembro de 2011

Mensagem no Venerável IRMÃO K no site francês:
3 de dezembro de 2011
(Publicado em 4 de dezembro de 2011)

Eu sou IRMÃO K.
Irmãos e Irmãs, presentes na humanidade, eu apresento minhas saudações a vocês.

Eu venho exprimir uma série de elementos que são suplementares ao que eu pude trazer-lhes nas intervenções anteriores.
Minha intervenção se inscreve no contexto do que lhes deu Omraam Mikaël (ndr: O.M. AÏVANHOV) e referente ao Amor.
Isso se inscreve na sequência lógica da maior parte das minhas intervenções com relação a conceitos (que, eu espero, começam a ser-lhes familiares, agora), referentes à Liberdade, à Autonomia, ao conhecido, ao Desconhecido.
Eu vou falar, também (e isso completará o que eu exprimi), sobre o Fogo da personalidade, o Fogo do ego, e o Fogo do Espírito.
Desde que muitos Irmãos e Irmãs começam a viver estados de Consciência que parecem sair, eu diria, do ordinário (da fragmentação), é importante dar-lhes esses elementos, não tanto como elementos de reflexão mental, mas, bem mais, de reflexão da própria Consciência com relação a essa palavra essencial que é a palavra « amor ».

Este amor pode se exprimir de diferentes modos e todos nós o sabemos.
Se vocês bem o quiserem, para a clareza do que eu vou expor (através das minhas palavras e da minha Presença), nós tentaremos compreender o que pode existir como diferença entre o amor que se expressa em meio à personalidade e o Amor que se aplica em meio ao Estado de Ser.
Nós iremos, primeiramente, se vocês o desejarem, tentar apreender, de algum modo, o amor, no sentido o mais comum e o mais nobre, tal como ele é compreendido (vivenciado ou não), tanto por uma consciência humana como pela sociedade, em seu conjunto (e pela própria humanidade, eu diria, em seu conjunto), qualquer que seja a cultura, as religiões, a origem ou as concepções.

O primeiro princípio é compreender (e todos vocês sabem) que o amor é uma manifestação, quase constante, nos Universos, qualquer que seja a Liberdade desses Universos ou o confinamento desses Universos.
Não pode existir (como o especificava de novo A FONTE) qualquer vida, nem qualquer criação, possíveis, sem o amor e sem sua antítese.
Naturalmente, o amor é colorido, sempre, por um conjunto de elementos que pertencem, propriamente, a uma pessoa, que estão ligados, é claro (vocês podem imaginar) à sua educação, à vivência de seus primeiros relacionamentos e comunicações (em meio à sua família, aos seus irmãos, ao seu meio social, ao seu meio afetivo).
Logicamente, o amor vai se colorir, também, das diferentes experiências vivenciadas pela própria Consciência, em sua infância (em sua presença na encarnação), que são, eu diria, circunstâncias que vão favorecer ou constranger, de algum modo, a expressão do amor através das experiências vivenciadas (felizes ou infelizes) e, sobretudo, durante a primeira parte da encarnação.
Obviamente, em seguida, o amor vai se tingir de diferentes acepções que estão, diretamente, conectadas ao que é veiculado por um conjunto de crenças ou de morais (oriundas, elas mesmas, das religiões, oriundas, elas mesmas, dos sistemas filosóficos ou de pensamentos).
Este amor está presente, é claro, em todo ser humano, mesmo naquele que apenas manifestava seu contrário.

Evidentemente, o Amor que nós começamos a falar-lhes (e que corresponde à Luz Vibral) não é, absolutamente, possível de ser sobreposto ao amor existindo em meio à personalidade.
E, no entanto, este Amor, nós tentamos falar-lhes, agora (nós o fazemos, justificadamente, durante este período), porque, graças às experiências que vários de vocês começam a viver, vai se tornar cada vez mais fácil para vocês reconhecer o amor em meio à personalidade (e, então, oriundo do Fogo do ego), do Amor, não altruísta, mas do Amor Vibral, inscrevendo-se em meio à Unidade (que nada mais tem a ver com o amor que se exprime, de alguma forma, em meio à Dualidade).
O conjunto dos relacionamentos humanos pode se definir por uma dose (mais ou menos importante) que existe, de amor ou de não-amor.
Quantas religiões, quantas guerras, quantos desentendimentos (ou acordos) foram produzidos com o próprio princípio do amor?
Parecia, então, que essa palavra fosse indissolúvel e indissociável, na totalidade, de todas as esferas de expressão da vida, em meio a este mundo chamado de 3ª Dimensão.
Todos nós sabemos que o amor (que ele seja entre dois seres, entre dois povos, para com uma religião, para com uma filosofia) se elabora, constrói-se e evolui segundo certo número de sequências que podem ser diferentes, para cada ser, para cada sistema social, mas que vão, por assim dizer, traduzir-se por uma maior ou menor identificação (uma maior ou menor adesão) ao princípio e ao preceito do amor (exprimindo-se, tanto entre dois seres, construído através dos relacionamentos, chamados de laços da carne ou laços de convenções familiares, sociais, morais ou espirituais).

Este amor foi, também, denominado « condicional » por oposição a um Amor que seria, ele, « incondicional ».
Fica, então, pressuposto (e prefigurado, de alguma forma) que todo amor manifestado em meio à personalidade apenas pode se exprimir, se manifestar, através de certo número de condições.
Essas condições, elas são evidentes e caem sob o senso comum, a partir do momento em que, por exemplo, nós falamos do amor de uma mãe para com seu filho ou de um pai para com seu ascendente ou seu descendente.
Existe, portanto, um amor que está inscrito, de algum modo, em uma espécie de sentimento, em uma espécie de laço materno, afetivo.
Existem, também, é claro, relacionamentos de amor entre seres que não são oriundos do mesmo sangue e que, no entanto, se descobrem, através de uma reconexão ou de um reconhecimento (que este reconhecimento recorra a coisas invisíveis ou a coisas mais palpáveis, em todo caso, entre dois seres, como entre dois países ou entre dois indivíduos), de noções que eu qualificaria, de bom grado, de afinidades.
Na realidade, o amor vai se definir segundo certo número de afinidades ou de repulsões.
Todos nós sabemos, também, que este amor vai passar por uma série de etapas que não estão, sempre, no mesmo desenrolar e no mesmo sequenciamento, mas que vão resultar em modificações de percepções e de expressões do dito amor, gradualmente e à medida do que é chamado de tempo que passa.
Todos nós sabemos isso, por tê-lo vivenciado, em um dado momento ou em outro.
Há amores que, quando eles desaparecem, por um final trágico, como o falecimento de um próximo (e eu vivenciei isso, sendo jovem em minha última encarnação), é suficiente para revolucionar, totalmente, as concepções do amor, e representa um choque tão importante que ele leva a se colocar a questão, em sua própria Consciência, desses sentimentos e deste amor que desaparece e que, de um dia para o outro, nos escapa porque ele se torna invisível (não palpável, não manifestado), não dando mais acesso aos sentimentos, nem à comunicação.
Isso, todos nós sabemos.
E depois, existem, também, amores independentes do que é conhecido, palpável e apreciável (e que caem sob o senso comum) com relação, tanto às filosofias, como às espiritualidades (quaisquer que sejam).

O ser humano é um ser de amor, inegavelmente, mesmo em meio à sua personalidade, e é apenas uma falta de amor que vai se traduzir por comportamentos que poderíamos chamar de opostos ao amor (que isso seja o sofrimento, o ódio e mesmo a guerra), que são, de alguma forma, apenas um incompreensão do amor ou da relação.
O que é, evidentemente, bem visível, em meio a todo amor (qualquer que seja, manifestado nesse mundo), é que ele desaparece um dia ou outro, ou pelo desaparecimento do sujeito que é amado (em uma relação afetiva ou ligado à hereditariedade) ou, ainda, na adesão ou na não adesão a princípios, a filosofias, a regras morais ou a espiritualidades ou, ainda, a religiões.
Este amor é, então, uma afinidade que pode se traduzir, também, por uma forma de atração fazendo com que haja uma necessidade, uma vontade de querer, de qualquer modo, comunicar-se e trocar com o objeto ou com o sujeito que cai sob nosso amor, ou que é nosso amor.
Todos nós sabemos que essas relações evoluem por fases, mais ou menos cíclicas, mais ou menos reprodutíveis, que, em geral, terminam, de uma maneira ou de outra, pelo desaparecimento desse dito amor, mesmo se o amor, em certas formas de expressões românticas ou idealizadas, possa durar por toda uma vida.
Mas que pode dizer que este amor vai se encontrar em uma outra vida ou que pode dizer, ainda, que esta relação (que flutuou, em um tempo mais ou menos breve, mais ou menos longo) vai ser capaz de se estabelecer além do desaparecimento do ser amado ou da não adesão a uma religião (por exemplo, para um determinado indivíduo que mudaria de religião).

Entretanto, vocês hão de convir, o conjunto do amor, idealmente, é sempre concebido como invulnerável, indestrutível, eterno.
A personalidade é estruturada (como vocês sabem e como todos nós vivenciamos, em um momento ou outro) como algo que é efêmero, perfectível, e que é, sobretudo, levada a desaparecer, já que jamais a consciência da personalidade pode se estabelecer em uma duração que está além do nascimento e da morte.
Ora, o princípio do amor, tal como é veiculado pela própria consciência, em meio à personalidade, é sempre construído sobre a noção de durabilidade, sobre a noção de eternidade.
Coisa, evidentemente, que jamais pode ser já que ele estará, de todo modo, limitado pela experiência do nascimento e pela experiência da morte.
Podemos dizer, de algum modo, que este amor é um amor ideal, idealizado e cuja consonância, quer gostemos ou não, é sempre marcada, fundamentalmente, por um elemento denominado medo.
De fato, quem poderia pensar amar seu filho, seu pai, seu companheiro (como ele o ama), como havendo possivelmente um fim, como podendo desaparecer, em momento ou outro.
Todos nós passamos por episódios de luto, de perda, de abandono, que nos reconduzem à fragilidade do amor humano, tal como ele é expresso e manifestado (que isso seja através de dois seres, através de um filho ou um ascendente, que isso seja em um sistema social, qualquer que seja).
O amor é, portanto, condicionado, permanentemente, por algo que deve transcorrer em um determinado tempo e trazer, de qualquer forma, um alimento que é trocado (compartilhado), que permite (a dois seres, a duas situações ou a uma religião, em relação àquele que ali adere) um sentimento de satisfação, um sentimento, às vezes, de plenitude.
Mas que, ele também, vai flutuar no tempo, segundo os humores, segundo a possibilidade de se preencher, de algum modo, deste amor, de uma maneira ou de outra.
Este amor está, sempre, ligado (como eu expliquei), é claro, à ATRAÇÃO e à VISÃO (ndr: ver as colunas “protocolos a praticar / Reconstrução do Corpo de Estado de Ser”).

O amor é uma ‘atração’, mesmo neste mundo, em todos os mundos.
Não pode ser de outra forma.
O amor está, evidentemente, condicionado a certo número de sinais que são, ou imaginados, ou pensados, ou reais.
E se exprimindo, essencialmente, pelos sentidos, que esse sentido seja o sentido amoroso, que esse sentido seja o sentido da carne ou, ainda, da adesão a rituais ou a crenças, quaisquer que sejam.
Este amor pode, também, se exprimir em uma plenitude, mas todos nós notamos que esta plenitude jamais é duradoura, e ainda menos eterna, porque ela passa, sempre, por uma satisfação ou uma insatisfação.
O grau de satisfação deste amor ou desta insatisfação está apenas ligado à manifestação (inconsciente, muitas vezes) de certo número de medos que nós podemos chamar, além da atração, de ‘apegos’.

Eu insisti longamente, em minhas últimas intervenções, sobre a Liberdade, sobre a Autonomia, sobre os princípios que são um pouco ao oposto, de certa forma, do que o ser humano, em meio à personalidade, chama de amor.
E, no entanto, será que há uma diferença fundamental entre o amor manifestado pela personalidade e o Amor manifestado, no sentido Vibral, ou no sentido do Coração?
Então, é claro, a linguagem atual emprega as expressões que recorrem ao coração como « ter coração » ou dizer que alguém não tem coração.

E, entretanto, será que é desse coração que nós falamos quando nós falamos do Coração, no sentido Vibral, no sentido do Si, no sentido da Unidade?
Vocês sabem muito bem que aqueles que fazem a experiência da Vibração do Coração jamais podem confundir (nem se enganar) o sentido e a qualidade do Amor que é vivenciado, porque o amor da personalidade jamais poderá ser assimilado ao Amor que se exprime em meio ao Estado de Ser, ao Si, à Unidade.
Então, realmente do Coração, não como o coração concebido enquanto princípio moral, mas em meio a um espaço Vibratório particular (alojado no peito) e se traduzindo por uma modificação, perceptível e completa, da Consciência.

Será que o amor da personalidade pode existir ou coexistir com o Amor do Estado de Ser?
De um conjunto de elementos que lhes foram dados, é evidente que isso é impossível, porque o amor da personalidade está ligado ao eixo ATRAÇÃO / VISÃO.
Ele está ligado ao Fogo do ego, ao Fogo da personalidade, traduzindo-se por uma necessidade de atrito, por uma necessidade de contato, por uma necessidade de visão, de atração, de provas, enquanto que o Amor que está situado (uma vez que a Porta Estreita é atravessada) ao nível do Coração, não tem necessidade de provas já que ele é, ele mesmo, sua própria fonte.

Dessa maneira, então, o amor, no sentido humano e pessoal, reflete-se por uma espécie de atração e de projeção a algo que é exterior, que isso seja o amor de Deus ou o amor de outro ser humano ou de um filho.
Evidentemente, no amor pessoal, existe uma enorme dificuldade para viver o outro, mesmo na empatia e no carisma onde é perfeitamente possível se colocar no lugar do outro, mas sem, no entanto, tornar-se o outro.
E, obviamente, não viria à mente de qualquer personalidade poder substituir (ou se tornar) aquele que amamos já que este amor apenas nasceu na visão e na atração do que é visto, é claro, no exterior de si, mesmo se este objeto, este sujeito nasceu no interior de si (eu penso, em particular, na relação mãe-filho).
Naturalmente, tudo isso é conhecido.
Tudo isso é perfeitamente reconhecido e perfeitamente viável, para todo ser humano, qualquer que seja seu caminho, qualquer que seja sua experiência, onde há a possibilidade de viver uma maior quantidade e qualidade de amor (em função de suas crenças, de suas mágoas, de suas esperanças, de suas experiências).

Existe, portanto, um contexto, por definição, pessoal, à expressão e à manifestação do amor, para um ser humano, em função de suas próprias mágoas, de seus próprios afetos, em suma, tudo o que faz o conjunto da personalidade.
Para muitos de vocês, nós começamos a falar de Luz Vibral.
Nós lhes falamos de Estrelas e de Portas, dos Novos Corpos, das novas estruturas que os levam a experimentar o Amor de outro modo onde não pode mais existir o menor apego, a menor, de qualquer forma, personalização.
Que esta personalização seja o objeto de uma idealização Interior, como de uma projeção exterior através de um ser amado, que isso seja um filho, um parente, uma relação ou uma religião.
Deste modo, passar do Fogo da personalidade (ou do amor pessoal) ao Fogo do Espírito, traduz-se por uma série de mudanças e de reversões que vêm, de algum modo, substituir a um amor por falta (atração), um amor que se estabelece, sobretudo, na ressonância, proporcionando, para os seres que o vivem, a capacidade para Comungar, além dos sentidos, além da carne, além das convenções, além das religiões, em suma, independentemente de toda história pessoal.
O Amor vivenciado ao nível do Coração torna-se, então (como nós lhes dissemos), uma Vibração.
E, sobretudo e antes de tudo, um estado de Consciência profundamente diferente que se manifesta, hoje, tanto mais facilmente, quanto se realiza, em vocês, o que foi chamado de Fusão dos Éteres, permitindo-lhes, de alguma maneira, sobrepor o amor da personalidade (ou expresso em meio à personalidade) e o Amor do Estado de Ser (expresso em meio ao Coração).

Do encontro desse Fogo do ego (e dos conjuntos das características da personalidade) com o Fogo do Amor (ou o Fogo do Espírito ou Fogo do Coração), traduz-se uma espécie de ‘alquimia’.
Esta alquimia se reflete, para a Consciência, por modificações da percepção, bem reais, bem concretas, do conjunto das manifestações afetivas e de amor.
Há, também, paralelamente a isso, a instalação (como vocês sabem, para aqueles que o vivem) de certo número de elementos, fazendo-os dizer que vocês realizaram a Alegria, a Unidade, a Visão do que está além da aparência (pela Visão Etérea ou pela Visão do Coração), levando-os a conscientizar, literalmente, um outro mecanismo da vida (aplicado e explicado, também, pelo Amor), mas que não depende mais de outra coisa senão de si mesmo.
Não em um amor egoísta (contrariamente a um amor altruísta), mas, sim, um Amor que é, de alguma forma, irradiado desde A FONTE, e manifestado, desde A FONTE (como a palavra que eu empreguei), que não tem mais necessidade de projeções, mas, que é, na totalidade, uma introjeção.
A diferença essencial vai se traduzir ao nível dos comportamentos.
Porque o amor pessoal tem sempre, subtendido, a noção de falta, a noção de medo da perda ou a noção de Abandono, enquanto que o Amor, vivenciado no sentido Vibral, satisfaz-se dele mesmo, não ao nível da personalidade, mas da qualidade deste Amor que vem, de algum modo (como vocês sabem), mudar a lei de ação / reação em um estado de Graça aonde o Abandono à Luz (a Renúncia à personalidade) vai se traduzir por uma maior fluidez na vida, por uma maior aceitação do princípio do Amor, não mais confinante, não mais limitante.
Este Amor era para vocês, então, Desconhecido.
E muitos de vocês, hoje, começam a viver isso e a torná-lo, de alguma maneira, um elemento conhecido e, sobretudo, um elemento de aprendizagem, permitindo distanciar (separar) o que é oriundo do amor da personalidade (ou em meio à personalidade) e do Amor em meio ao Estado de Ser ou à Unidade.

Assim, é claro, aquele que não vive o Amor, em meio à Unidade, sequer pode conceber o que é este Amor enquanto ele não o vivenciou.
Porque o amor da personalidade é a única coisa acessível aos sentidos, acessível ao afeto, acessível às emoções, acessível ao mental, mas, também, acessível à carne (ou, ainda, à estrutura causal quando se trata de uma relação amorosa), exibindo, de algum modo, os indivíduos que, no passado, tiveram um relacionamento (qualquer que seja).
Hoje, reproduz-se um relacionamento com uma sensação de já ter visto [“déjà vu”], de já ter conhecido, de reconhecimento e de reconexão.
O Amor Vibral nada tem a ver com isso porque a diferença essencial, como eu disse, é que este Amor Vibral se inscreve no contexto de uma introjeção onde não há mais necessidade de qualquer projeção, no exterior de si, de um amor idealizado ou romântico.
O Amor Vibral se basta, por assim dizer, a ele mesmo.
Ele não é, no entanto, egoísta.
Ele é o altruísta o mais total porque ele é Doação e Abandono, contrariamente ao amor condicional, expresso pela personalidade, mesmo quando ela exprime certa forma de altruísmo.
A diferença, como vocês sabem, encontra-se nos comportamentos e, sobretudo, na Vibração.

Todos nós conhecemos o amor, em meio a uma perda: quando um ser querido desaparece, nós experimentamos agonia, medo, tristeza, depressão, traduzindo-se por percepções corporais extremamente específicas.
Do mesmo modo, quando nós reencontramos um ser que nos é caro e que nós amamos (de maneira mais privilegiada, eu diria), qualquer que seja esta relação (entre pessoas ou em relação a uma religião ou em relação a um filho), há uma espécie de arrepio superficial, uma energia que se põe a circular (e, mesmo, no peito), que estritamente nada tem a ver com a Vibração do Coração e com o Fogo do Coração.
Esta vibração (esta pele arrepiada, este estremecimento) traduz a reconexão ou o reconhecimento, em meio à personalidade, de uma estrutura ou de um indivíduo que foi amado anteriormente, ou reconhecido, nesta vida.
O Amor Vibral não tem o que fazer de qualquer projeção exteriorizada.
O Amor, no sentido Vibral, é um estado de Consciência que se basta a ele mesmo.
Agora, aquele que vive isso, vive a Vibração do Fogo do Coração e se torna, por ele mesmo, em seu estado de Ser, uma irradiação de Amor que modifica o espaço-tempo, que modifica o ambiente, que modifica, até mesmo, a vida da personalidade.
Porque, a partir do momento em que esse Fogo do Coração (pela Fusão dos Éteres ou pela instalação do Fogo do Coração pela Coroa Radiante) ocorre, em vocês, é que vocês começam a ter percepções, cada vez mais claras, cada vez mais lúcidas, além dos sentidos, além de toda intuição e de toda visão (diretamente pela Visão Etérea, diretamente pela Visão do Coração), da realidade do que é o Amor: independente de toda projeção, independente de toda personalização e, sobretudo, independente de toda condição.

Existe um princípio de vasos comunicantes (isso são as palavras que lhes foram dadas) entre o amor pessoal e o Amor do Coração, mesmo se, evidentemente, a personalidade vai chamar de « amor » o que, para ela, representa, de alguma forma, o Amor.
Mas, a representação do amor, no sentido da idealização, no sentido, até mesmo, da relação e da comunicação (mesmo a mais harmoniosa) entre dois seres (entre um pai e um filho, por exemplo), não pode ser, em caso algum, o Amor, no sentido Vibral.
Porque, justamente, existe um laço, que esse laço seja da carne, que esse laço seja kármico, que esse laço seja ligado, tão simplesmente, à projeção exterior do amor.
O Amor é uma Irradiação, no sentido Vibral.
Não é, em caso algum, uma projeção.
Ele confere o que nós chamamos de Alegria, de Samadhi, de Paz, de serenidade, com diferentes expressões (dificilmente traduzíveis no idioma francês) como Sat Chit Ananda ou, ainda, Maha Samadhi.
Jamais uma relação amorosa entre duas pessoas poderá fazê-los viver o Samadhi.
Somente alguns seres foram capazes, em um momento de sua vida, de se extrair de sua personalidade, na totalidade, que isso seja por uma forma de tensão para a Luz ou de tensão para o Abandono (como exprimiu HILDEGARDA DE BINGEN) ou, ainda, este Amor indizível que animava outras estrelas, como GEMMA ou, ainda, SANTA TERESA.
É extremamente difícil, para o comum dos mortais (que nós somos e que nós fomos), poder, de qualquer modo, identificar-se a esta tensão.
Muitas vezes, o Amor Vibral vai nascer de um encontro que está além de um encontro exterior.
Mas é bem mais um encontro Interior que vai expressar, ou a ocasião de um sofrimento (a perda de um ser querido), ou a ocasião de uma dor ou, ainda (como lhes disse SRI AUROBINDO) a ocasião do ‘choque da humanidade’, ou seja, a Fusão dos Éteres ocorrendo ao nível dos corpos, não mais somente no céu, não mais somente na Terra, mas sobre o conjunto da Consciência da Terra e das Consciências que ali são apoiadas e sustentadas.

Existe, então, uma diferença fundamental: é que o Amor, no sentido Vibral, é suficiente em si mesmo.
O que não significa que convém, naquele momento, separar-se de quem quer que seja ou do que quer que seja.
Mas, toda relação (toda comunicação) torna-se transcendida, não por uma vontade de idealização, não por uma vontade de bem, mas porque, tão simplesmente, a relação não acontece mais em uma relação de dois objetos separados, mas Unificados (ou de duas Consciências separadas, mas, sim, Unificadas) pelo princípio da Comunhão, da Graça, tal como lhes foi dado pela Nova Aliança.
Vocês têm, então, a possibilidade, hoje (bem maior do que desde algum tempo) de perceber a diferença, pela sua Consciência, do que é o Amor Vibral e do que é o amor pessoal.
Obviamente, a Consciência que se estabelece em meio ao Amor Vibral vai ampliar e transcender suas próprias relações, vivenciadas em meio ao amor pessoal, não para se libertar (ou se liberar ou romper o que quer que seja), mas, bem mais, para iluminar a relação, bem além de todo laço, bem além de toda condição.
Ou seja, para permitir, naquele momento, viver, por intermédio do Amor Vibral, a Liberação de todo laço e, então, aproximar-se da Liberdade, aproximar-se do Desconhecido e viver a Autonomia e a Liberdade.

Será que isso significa que não há Autonomia e Liberdade em meio a uma relação pessoal?
Isso está perfeitamente correto.
Porque, se o ser humano é honesto com ele mesmo, independentemente do grau de satisfação de uma relação, qualquer que seja (ainda uma vez, mesmo a mais harmoniosa, a mais feliz, a mais autêntica, no sentido da personalidade), ela jamais substituirá a Comunhão que pode ser vivenciada, de Coração a Coração, além de todo laço.
Dessa maneira, então, quando o CRISTO veio, Ele lhes disse que vinha libertá-los da carne.
Ele o ilustrou, aliás, sobre a Cruz, através dessas palavras, que ele dirigiu a MARIA, referindo-se àquele que era, naquele momento, São João, dizendo a ele e a Ela: « Mãe, eis teu filho. Filho, eis tua mãe ».
O que isso significava?
Seria uma transferência de laço?
Absolutamente não.
Era uma transferência do amor pessoal, em meio ao Amor Vibral, pela vivência do Espírito Santo.

A descida do Espírito Santo (ou a polaridade feminina, se o podemos dizer, d’A FONTE, expressa por diferentes termos, e como Ela se apresenta, sobre a Terra, desde agora uma geração), é o elemento motor, de qualquer forma, que iniciou a Passagem do amor pessoal ao Amor Vibral.
Esta Passagem, hoje, está inteiramente realizada para aqueles que o vivem (está em via de realização para aqueles que não o vivem ainda).
Porque, lembrem-se: a única maneira de poder conscientizar a diferença entre o amor pessoal e o Amor Vibral é, evidentemente, viver o Desconhecido, a fim de que isso se torne, para vocês, um campo de experiências conhecido.
Vocês não podem se tornar Autônomos, vocês não podem se tornar Livres, enquanto o Fogo do Coração, enquanto o Amor Vibral não está instalado.
Não pode existir a verdadeira Autonomia, efetivamente, enquanto existe o menor laço situado ao nível da personalidade.
Isso, naturalmente, presume, não uma separação de quem quer que seja ou do que quer que seja, mas, sim, uma revolução interior, levando a reconsiderar os relacionamentos e a substituí-los por uma Comunhão.
Esta Comunhão, que ela seja entre um pai e um filho, entre um indivíduo e outro indivíduo, passa das palavras.
Ela passa dos sentidos.
Ela passa dos comportamentos já que é, justamente, algo que transcende a personalidade, a partir do momento em que os seres que estão nesta ressonância, vivem, eles mesmos, sua própria Comunhão Interior à sua Liberdade, à sua Autonomia, permitindo, então, uma troca (que não é mais uma troca, mas uma identificação) onde o outro se torna, na totalidade, si.
E onde o um se torna o outro, e o outro se torna o um.

A partir do momento em que a Vibração do Coração é ativada e se instala em uma forma de permanência, torna-se cada vez mais difícil, de algum modo, confundir o amor pessoal e o Amor Vibral.
Como vocês sabem, um é confinamento, outro é Liberação.
Evidentemente, as próprias leis deste mundo (que foram, como vocês sabem, falsificadas) através do eixo ATRAÇÃO / VISÃO, vieram substituir o Alfa e o Ômega, ou seja, AL / OD (ou o Fogo do Espírito) por um Fogo da personalidade.
Este Fogo da personalidade inscreve-se em uma noção de ‘limites’.
Esses limites se expressam, tão naturalmente, em meio ao amor pessoal: vocês têm sua mulher, seu marido, seu filho.
Mas o marido de uma não é o marido da outra, e tudo é recíproco.
Um filho que considera que seus pais são seus pais, jamais irá chamar um outro casal de « papai » e « mamãe ».
Esses são, em certa medida, os próprios princípios que associaram o princípio da Ilusão, através dos laços (da hereditariedade, da carne e do sangue, os laços afetivos), exprimindo-se ao nível de memórias de ressonâncias ditas kármicas ou emocionais ou mentais.
Assim, cada sistema social, cada indivíduo, exprimindo-se e criando leis, através da personalidade, dos comportamentos (morais ou imorais), vai fundamentar-se nesta noção do amor e da própria falsificação do amor.
O que não quer dizer, ainda uma vez, que o amor não existe, mas que este amor é condicionante, confinante, limitante e os impede, por ele mesmo, de viver a Autonomia e a Liberdade.
Compreendam bem o sentido de minhas palavras.
Não é se liberando de qualquer laço que seja (decidindo romper o que quer que seja ou com quem quer que seja) que vocês irão encontrar o Amor Vibral.
É, sim, Vibrando e passando no Amor Vibral do Abandono e da Renúncia que vocês irão permitir a uma relação evoluir no sentido de um amor pessoal, de um Amor mais altruísta porque vivenciado, realmente, no Coração (e na Vibração) e não mais nas concepções da carne, da moral, da sociedade na qual vocês estão ou, ainda, da adesão a princípios filosóficos, espirituais ou morais.
A experiência da Vibração é aquela que é capaz de fazê-los, não compreender, porque isso estritamente de nada serviria.
Vocês podem compreender a Unidade enquanto conceito sem, no entanto, vivê-la.
Vocês podem reivindicar a Unidade enquanto conceito sem, no entanto, vivê-la.
Porque a Unidade, como vocês sabem, está além do bem e do mal.
Ela está além do princípio de Atração e de Visão e se situa no eixo retificado AL / OD (ou seja, Alfa e Ômega) e se inscreve em uma retidão que nada tem a ver e que não é absolutamente tributária de qualquer regra social, moral, afetiva, hereditária ou kármica.
A Liberdade é a esse preço.
E é com o que vocês são confrontados, Interiormente: a Passagem da projeção de um amor pessoal à introjeção de um Amor que é a Verdade Vibral e que é a Luz.

Naturalmente, como vocês sabem, todo ser humano que se volta para a espiritualidade reivindica a Luz e reivindica o amor, como um estado de ser que vai poder se manifestar através do conhecimento exteriorizado.
O Amor não é um conhecimento exterior.
O Amor Vibral é um estado de Ser que se manifesta pela Vibração e pela própria Consciência que vem pôr fim à Ilusão de todos os apegos, sem qualquer exceção.
Viver a Liberdade e viver a Autonomia, viver o Amor, no sentido Vibral, necessita não mais estar apegado ao que quer que seja, não mais ser identificado ao que quer que seja, nesse corpo.
Isso significa estar, plenamente, nesse corpo a fim de viver a Liberação.
Ou seja, que naquele momento, não pode ali haver qualquer confusão entre o Amor manifestado e Vibrado, no Coração, e o amor da personalidade.
Porque, em meio ao Coração e à Vibração do Coração, manifesta-se o Amor, no sentido Vibral, que torna livre, que liberta e que mostra, realmente, o que é um amor limitado (contrariamente ao Amor Ilimitado vivenciado no Coração) porque o Amor Ilimitado (o Amor Vibral) jamais irá depender de qualquer circunstância deste mundo.
Então, é claro, aqueles que não vivem isso e que não estão inscritos no contexto da Vibração, mais ou menos permanente, do Coração, vão justificar o amor da personalidade por um lado que todos vocês conhecem, que se chama « o salvador »: ou seja, aquele que vai querer agir para o bem do outro.
Não há nada pior do que aquele que deseja agir para o bem do outro porque ele se coloca, ele mesmo, sob o princípio da Dualidade.

A Unidade Vibral e o Amor, ao nível do Coração, não têm o que fazer desta ‘vontade de bem’, não têm o que fazer desta ‘luta contra o mal’, porque eles se situam, de maneira definitiva e irremediável, além desta oposição, além deste antagonismo, além de todo laço e além de todo apego.
Naquele momento (uma vez que o Supramental, como irá explicar-lhes SRI AUROBINDO, penetrou suficientemente as Coroas Radiantes, o corpo e a Consciência, assim como os corpos sutis), o ser começa a manifestar a Liberdade e a Autonomia, renunciando, e se Abandonando, e atravessando a Porta Estreita.
Naquele momento, os Quatro Pilares (tais como lhes foram dados: do Coração), tornam-se a evidência da instalação em meio ao Coração (ver a coluna “protocolos a praticar”).
Não pode existir Amor Vibral sem Humildade.
A Humildade consiste em nada ser, sobre este mundo, para ser tudo, no outro mundo, como o exprimiu, à sua maneira, o Mestre PHILIPPE.
Vocês não podem estar na Unidade e estar na Dualidade.
Vocês não podem ser Transparentes e ser opacos ao Amor de todos os seres humanos da Criação.
Vocês não podem estar na Pobreza (no Caminho da Infância) enquanto vocês reivindicam qualquer intelecto, qualquer controle ou mestria do seu próprio afetivo, da sua própria vida ou da vida de quem quer que seja.
Na realidade e em última análise, existe uma total oposição e um total antagonismo entre o amor pessoal e o Amor Vibral.

Entretanto, o Amor Vibral deve se confrontar, pela transmutação da Passagem da Porta e da Ressurreição (pelo princípio da Fusão dos Éteres, vivenciado ao nível do corpo), com o amor da personalidade.
E, através desta confrontação (que é mais uma forma de alquimia, uma forma de iluminar, uma forma de Revelação), vai se viver, pouco a pouco, o que vocês chamam (o que nós nomeamos, com vocês) de Translação Dimensional ou Ascensão, que não é nada mais, em última análise (agora que vocês começam a vivê-lo), senão a etereação do seu próprio corpo e da sua própria Consciência, assim como do corpo da Terra.
Este mecanismo de etereação do planeta, assim como seu próprio desaparecimento, enquanto lagarta, acontecem nesse momento mesmo.
Muitos de vocês vivem as primícias, ou seja, um desaparecimento de toda consciência pessoal (podendo, aliás, trazer problema), um desaparecimento de todo amor pessoal e de todos os laços, fazendo-os penetrar no Amor Vibral onde tudo é Liberdade, onde tudo é respeito e restituição da Liberdade de cada um e de cada ser.

Respeitar o outro é deixá-lo Livre.
Respeitar a sociedade é não interferir em uma sociedade dual.
Isso não quer dizer deixar, entre aspas, « apodrecer as coisas » ou, ainda, degradar uma situação, mas é tomar consciência de que, enquanto vocês agem em um sistema que é desejado para a Dualidade, vocês não podem instalar qualquer Unidade.
Viver o Amor Vibral não pode tirar o melhor partido de qualquer amor pessoal.
Evidentemente, isso não é algo que convém aceitar, enquanto princípio.
É algo que convém viver e que culmina, necessária e obrigatoriamente, nesta mesma conclusão: eles não podem coexistir.
Eles podem se confrontar, transmutar-se, alquimiar-se.
Pode ocorrer um processo de Fusão dos Éteres, ao nível da célula, pela descida do Supramental (eu deixarei SRI AUROBINDO exprimi-lo), mas deve se tornar cada vez mais evidente que vocês não podem ser um e outro.
Entretanto, mais uma vez, a relação pessoal tornar-se-á transmutada pela relação do Amor Vibral, que não é mais uma relação nem uma projeção, mas, sim, uma introjeção correspondendo, assim, ao que nós lhes dizemos quando nós estamos no Interior de vocês.
Quando um Arcanjo ou um Ancião lhes diz que estamos no Interior de vocês, isso não é uma invenção da imaginação.
Isso não é uma projeção.
Isso não é uma quimera, mas, sim, uma realidade Vibratória.
Ou seja, quando vocês tomam consciência de que seu filho, de que o conjunto da sociedade, de que o conjunto da humanidade (amigo como inimigo, amado como não amado) encontram-se no Interior de vocês, vocês não poderão, evidentemente, mais entrar em qualquer amor pessoal.
Vocês permanecerão no Amor Vibral que irá lhes conferir a Alegria, na totalidade.
E esta Alegria irá aumentar, gradualmente e à medida de sua aceitação do que foi denominado este Abandono à Luz e esta Renúncia.

Enquanto vocês quiserem expressar ou manifestar o amor, isso será apenas o reflexo da personalidade.
Se o amor escapa de vocês, naquele momento, isso não é mais uma projeção, mas, sim, uma introjeção.
Vocês Irradiam.
Vocês difundem.
Mas, esta Irradiação e esta difusão, vocês tomam consciência de que não são voltadas para outra coisa que vocês mesmos, mesmo sendo o objeto de uma Comunhão entre duas pessoas.
Na realidade, amar o outro é amar-se a si mesmo.
Mas se amar a si mesmo, não é um amor no sentido pessoal.
É um estado de Vibração que confere a Alegria, a Liberdade, a Autonomia total.
É somente naquele momento que vocês poderão decidir, conscientemente, estabelecer-se, de maneira constante e cada vez mais importante, neste Amor Vibral.
Dessa maneira, portanto, o Amor Vibral vai obrigá-los, de algum modo, a desprender-se de todos os conceitos errôneos de todas as transposições do amor, em relação com as mágoas ou com os contentamentos que vocês podem experimentar, em relação a um ser humano, a um sistema social, a um sistema moral, espiritual ou religioso.
Vocês irão compreender, como eu disse em minha última vida, que não existe, para a Liberdade, caminho conhecido.
Que, para viver a Liberdade, não é preciso ser dependente de qualquer crença.
Porque, enquanto existe a menor crença, vocês não são Livres porque a crença (e mesmo no amor, idealizado, de uma religião ou de um salvador exterior ou de um deus qualquer) apenas reflete a incapacidade para viver a plenitude e apenas reflete um vazio Interior referente ao objeto desta projeção do amor para o exterior.
Há apenas muito raros casos onde esta projeção pôde ser vivida com uma tensão para o Abandono, como eu disse anteriormente.

Assim, todos nós somos tributários de relacionamentos que nós podemos dizer condicionais, e eles são condicionados, ainda uma vez, pela educação, pelos laços da carne, do sangue, pela experiência em meio à personalidade e em meio à alma.
Mas a alma jamais será o Espírito.
Isso, eu expliquei.
O Fogo da alma, sobre este mundo, está exclusivamente voltado para a matéria.
O Fogo da alma não conhece o Espírito, pelo menos enquanto não há inversão e Reversão do Triângulo Luciferiano (ou fazendo passar do Fogo da personalidade ao Fogo do Coração), enquanto não há Passagem da Porta Estreita, pela terceira vez, permitindo estabelecer-se no Coração.
Que é, eu os lembro: Liberdade, Autonomia.
Que é Desconhecido.
Que é, sobretudo, satisfação permanente e perpétua (não dependendo de qualquer relação efêmera), principalmente, não dependendo de qualquer humor, de qualquer afeto, de qualquer mental, de qualquer concepção e, sobretudo, de qualquer crença.
O Amor Vibral torna-os Livres e vocês se tornam fortes porque, justamente, não dependente de nada do exterior e, sobretudo, de uma projeção da Consciência no exterior.
O Amor Vibral torna-os fortes porque vocês irão considerar (porque vocês o vivem) que não há diferença e que não há necessidade de qualquer projeção deste Amor para um exterior que apenas existe na Ilusão da consciência deste mundo.

Realizando o Amor Vibral, vocês se aproximam (como isso foi dito por vários Anciãos e por várias Estrelas) do que nós denominamos Alegria, do que nós denominamos Samadhi, da Paz Eterna.
Se vocês raciocinarem bem e se vocês compreenderem bem, além do mental, as relações (quaisquer que sejam, no sentido pessoal) são sempre condicionadas pela sua própria possibilidade de desaparecimento, que isso seja uma relação de casal, de pai a filho, em um sistema social, em uma sociedade ou em não importa o quê.
O que não é o caso desde que vocês passam em meio e ao sentido do Amor Vibral, pela percepção da Vibração, e pelo estabelecimento da Consciência neste estágio particular da Consciência.
Como vocês sabem, as emoções se manifestam no plexo solar.
Uma perda vai se manifestar na garganta.
O corpo vai ressoar e manifestar o que está em relação com o sofrimento, vivenciado no plano da alma e no plano do que é chamado de psicologia.
Aquele que realiza o Espírito não pode ser afetado, de forma alguma, por um estado emocional, por um estado mental.
Então, é claro, para alguns, isso vai se estabelecer progressivamente e, para outros, isso vai ocorrer de um único golpe, porque cada um é diferente no seu processo de integração do Amor Vibral, permitindo-lhe passar de um ao outro e se estabelecer, finalmente, na Vibração do Coração, ou seja, na Unidade e no Si.
A experiência que vocês estão prestes a fazer, individual e coletivamente, leva-os a reencontrar o Amor, não mais como um Fogo pessoal, mas, sim, como o Fogo da Luz, vindo assumir seu lugar e os devolvendo ao seu próprio lugar.

Existe uma diferença essencial, mesmo ao nível das percepções ditas espirituais.
Eu os remeto, para isso, ao que disse NO EYES, sobre o 3º Olho, sobre a visão do 3º Olho e a Visão do Coração .
Podemos, também, falar, novamente, de diferenças ao nível dos sentidos.
Efetivamente, no sentido do astral (ou seja, da personalidade), a visão espiritual do 3º Olho remete-os a mundos extremamente coloridos (extremamente físicos, de algum modo), mesmo estando situados no plano astral.
Ao passo que desde que vocês penetram a Fusão dos Éteres, do seu próprio Éter, desde que vocês passam as Portas do Coração e que vocês se estabelecem, de maneira quase permanente, na Consciência Vibral e no Amor Vibral, existe apenas uma Consciência que não está mais limitada, nem por esse corpo, nem por qualquer corpo.
Vocês estão, naquele momento, na Luz Branca, e o que vocês veem, pelos seus olhos (como quando vocês viajam no Estado de Ser), é apenas a Luz Branca.
Esta Luz Branca não é uniforme, mas, no entanto (e isso é dificilmente exprimível pelas palavras), quando vocês penetram esses mundos, vocês sabem que vocês penetram as Moradas da Eternidade, porque há numerosas Moradas, mas todas essas Moradas, presentes em meio à Luz Unificada, não possuem coloração no sentido em que vocês o entendem.
O som do astral não é o Som, tampouco, nem a Música das esferas.
A Música das esferas, que acompanha o Samadhi, nada tem a ver com a música do astral associada ao 3º Olho.

Tudo isso, é claro, não me cabe desenvolvê-lo.
Cabe-me, por outro lado, dizer-lhes que lhes é, hoje, fácil (e lhes será cada vez mais fácil) de distinguir, pela experiência, o que é o amor pessoal do que é o Amor Vibral.
Esta confrontação, esta Fusão dos Éteres (que vocês têm a oportunidade de viver antes do momento coletivo da humanidade), leva-os a posicionar-se, e, evidentemente, não pode ali haver dúvida quanto ao posicionamento.
Somente o mental vai tentar interferir para dizer-lhes que isso não é verdadeiro, para dizer-lhes que, se vocês se estabelecerem nesta Luz Vibral e neste Amor, vocês irão perder todos os amores que constituem suas relações, seus afetos e seus laços.
Não.
Eles vão, simplesmente, se transformar por uma maior Liberdade, por uma maior Clareza e pela capacidade, também, pelo que vocês se tornaram, para transformar seu ambiente, sem nada desejar, sem nada pedir, mas, simplesmente, pelo que nós chamamos de sua Presença.
O Amor Vibral é transformador, por si mesmo, mesmo em meio às relações limitadas da personalidade.
É o próprio princípio da Inteligência da Luz que é Graça e que não tem o que fazer de sua intervenção, em meio à personalidade.
Hoje é preciso colocar-se a questão: « o que é que vocês querem ser? » e « o que é que vocês querem fazer? ».
« Será que vocês querem buscar uma luz no exterior, ou através de um conhecimento, ou será que vocês querem se estabelecer na Luz Vibral que é Unidade, Simplicidade? ».

A Porta posterior do Coração, denominada KI-RIS-TI, deu-lhes, para muitos, os meios de estabelecer-se (de maneira muito mais direta) no Coração, incitando-os, de alguma forma, pela Espada de MIGUEL ou pela Espada de METATRON (como eles mesmos dizem), a estabelecer-se, ainda mais, no Coração, e a se afastar de tudo o que é limitante, de tudo o que é condicionante, não por qualquer ação da vontade própria que é a sua, mas, bem mais, pela ação direta da Luz.
Ela própria, levando-os (pela Irradiação e pela Fusão dos seus próprios Éteres) a recolocarem-se, permanentemente, sem o desejar, segundo o princípio da Graça, da Abundância, da Serenidade, da Paz e da segurança (não aquela ilusória, ligada a uma condição material ou afetiva, mas, bem mais, ligada ao seu próprio estado de ser), porque é em meio a este estado de Ser que não pode existir a menor falta.

Eis as algumas palavras que eu tinha para dar a vocês e para trazer à sua reflexão e à sua Consciência, não tanto para fazê-los interrogar ou compreender, mas, mais, para verem o que vocês estão prestes a viver ou não viver.
Muito queridos Irmãos e Irmãs, na humanidade encarnada, eu rendo Graças pela sua Presença e pela sua escuta atenta.
Eu os convidaria a reler essas palavras, além da própria Vibração da minha Presença, a fim de situá-los, não intelectualmente, mas, bem mais, pela sua própria Vibração.
Lembrem-se de que o Amor Vibral é evidência, de que o Amor Vibral é Luz, de que o Amor Vibral não é o amor pessoal, mas que vem transcendê-lo, transformá-lo, liberá-lo e torná-lo autônomo.
Eu lhes digo até dentro de alguns minutos.
No Amor.


Tradução para o português: Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.com

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SRI AUROBINDO - 3 de Dezembro de 2011



Mensagem do Bem Amado SRI AUROBINDO no site francês:
3 de dezembro de 2011
(Publicado em 4 de dezembro de 2011)

Eu sou SRI AUROBINDO.
Irmãos e Irmãs encarnados, comunguemos, primeiramente, à nossa Presença conjunta e ao Amor.

... Efusão Vibratória / Comunhão ...

Conforme anunciado pelo Comandante (ndr: intervenção de Omraam Mikaël Aïvanhov de 3 de dezembro de 2011), eu vou tentar exprimir, esta noite, uma série de elementos que se inscrevem no que eu já pude dizer, desde mais de cinquenta anos, com relação à chegada do Supramental sobre a Terra.
Porque, em última análise, o conjunto dos elementos que lhes foram dados a viver, desde muito pouco tempo, refere-se ao estabelecimento do Supramental na consciência humana encarnada, como sobre a Terra.
Eu falei, é claro, desde um ano, de certo número de elementos referentes à liberação do Sol, da Terra, da Fusão dos Éteres no Céu, como no corpo, mais recentemente, assim como desta noção de ‘choque da humanidade’.

Aqueles de vocês que vivem esta chegada do Supramental e seus efeitos na consciência, percebem, claramente, que alguma coisa está prestes a se transformar na própria consciência, levando, de diferentes maneiras, a consciência a sair de um processo de limitação e de identificação à vida limitada, a este corpo, a esta pessoa e ao que vocês viviam até agora.
Mesmo nos processos Vibratórios que lhes permitiu integrar, talvez (e viver), hoje, uma etapa suplementar (qualificada de final) que vem se instalar e se instaurar em sua consciência.
Vocês são, de algum modo, os pioneiros de uma revolução total da consciência, que os leva a descobrir espaços totalmente inéditos, espaços totalmente novos, levando-os a se posicionar, de maneira diferente, no que é chamado de vida.
De qualquer forma, que vocês queiram ou não, que vocês aceitem ou não, uma série de elementos está prestes a desaparecer da sua consciência, substituindo-se por outros elementos.
Durante minha vida, eu havia dito que o Supramental viria transformar, integralmente, o mental do ser humano: era uma revolução que devia chegar e que vocês estão, muito precisamente, prestes a viver.
Eu os remeto, para isso, ao que eu pude dizer sobre a chegada do Supramental, nesta vida anterior, assim como a alguns elementos dados no Yoga Integral.

Os elementos que eu não pude desenvolver à época (porque o que eu dei como elementos foi-me mostrado em ultratemporalidade, ou seja, no acesso além do tempo no qual eu estava encarnado), sobre a chegada da Luz, na totalidade, sobre esta Terra, hoje, vocês o vivem.
Vocês o vivem por certo número de mecanismos (sobre os quais eu não voltarei) que lhes permitem viver algo profundamente diferente.
Esse processo, quaisquer que sejam seus nomes, converge para um elemento que é chamado de Liberação e, também, o que vocês nomeiam, é claro, Ascensão ou Translação Dimensional.

O processo o mais evidente é um processo de etereação da consciência e de etereação de certa forma de densidade, chamada de carne, de corpo.
Tudo o que lhes é dado a ver, a perceber, a sentir, a palpar, a tocar, por intermédio dos sentidos (ou mesmo por intermédio das concepções intelectuais), está em via, de algum modo, de desaparecer do seu campo de consciência, de diferentes maneiras.
Vocês penetram, ao seu modo, para cada um, nos espaços onde as leis habituais deste mundo não têm mais curso, onde a própria noção de tempo e de espaço torna-se, de qualquer forma, relativa e é transformada pelo acesso, de algum modo, aí também, a outro espaço, outro tempo.
Este outro espaço e este outro tempo têm a particularidade de não mais confiná-los e de não mais limitá-los ao que é o contexto habitual da vida do ser humano, até agora.
Em certos momentos privilegiados que são os seus, como no Alinhamento (ou aqueles que vocês decidem ou aqueles que a Luz decide por vocês), vocês são levados a experimentar uma consciência totalmente diferente.
Esta consciência, totalmente diferente, está diretamente religada à Inteligência da Luz, à chegada do Supramental e vem modificar, até mesmo, seus mecanismos de percepções próprias, até permitir-lhes viver uma espécie de deslocamento [“délocalisation”] espaço-temporal.
O que é um deslocamento espaço-temporal?
Além, é claro, da percepção da Luz e da Vibração, sua consciência vai sair de um espaço-tempo para entrar em outro espaço-tempo que se imprime, de certa maneira, ou se impõe sobre o espaço-tempo habitual.

A consciência não evolui mais, então, de maneira linear, habitual, ela não evolui mais em meio a um espaço habitual, que é chamado de corpo, com seus limites.
Mas a consciência parece, de algum modo, não mais estar limitada, parece entrar em alguma coisa muito mais ampla, mesmo se isso não é ainda, inteiramente, para vocês, ilimitado.
A consciência está perfeitamente lúcida sobre o fato de que ela penetra espaços totalmente diferentes de percepção, de Vibrações, de vivência, onde a Luz nada mais tem a ver com aquela que é dada a ver pelos olhos, onde a própria consciência não se encontra mais confinada, mas, sim, como em um estado chamado de Comunhão, em relação e em ressonância com o universo, na totalidade.
Este universo se refere aos reinos da natureza presentes sobre este mundo (para os quais algumas Estrelas os convidaram a imergir), mas, também, com outras Dimensões.

Além de algumas intervenções específicas para grupos de seres humanos (denominadas intervenções dos Anjos do Senhor), outros começam a perceber, cada vez mais claramente, no espaço de suas noites ou de seus sonhos, uma espécie de entrelaçamento com a Consciência nomeada Turiya (ou Consciência da Unidade), onde o que era chamado anteriormente de sonho não é mais um sonho, mas um deslocamento, aí também, espaço-temporal, de um contexto de vida habitual, fazendo-os penetrar nos contextos de vida pelo menos surpreendentes.
Temas recorrentes podem surgir, em relação com uma transformação, é claro.
Que isso seja a mudança de indumentária, que isso seja a expansão da consciência em meio a um novo corpo, que isso seja a percepção de cores totalmente inéditas ou que isso seja, ainda, a impressão de não mais saber onde vocês estão no momento em que vocês emergem de outro estado, sem, no entanto, poder definir, de maneira clara, onde vocês estavam, no momento anterior.
Tudo isso faz parte dos processos da instalação do Supramental, de experiências e de vida.

A vida se torna, de alguma forma, mais viva, mais ampla, ela não está mais limitada ou localizada em um instante e em um espaço, mas se torna, como lhes dizemos, multidimensional, ou seja, exprime-se de diferentes maneiras em meio a uma não-localização, que isso seja no tempo, no espaço ou em um corpo.
Alguns de vocês percebem as outras Dimensões, que isso seja nas primícias da Visão Etérea ou na instalação de estruturas de Luz nada tendo a ver com as estruturas de Luz perceptíveis ao nível das Partículas Adamantinas (mas, sim, em um agenciamento das Partículas Adamantinas em estruturas geométricas específicas), fazendo-os penetrar, em consciência, nessas estruturas que evocam, de maneira formal, para vocês, outro mecanismo de vida e de acesso a outros campos de percepção, chamados de outras Dimensões.
Existe, de algum modo, como isso foi dito, uma descompartimentagem da vida limitada e confinada, levando-os a experimentar, cada vez mais longamente e cada vez mais frequentemente (e com uma intensidade cada vez mais forte), mecanismos da consciência que não está mais localizada neste corpo, nesta vida, neste ambiente, mas os colocando em ressonância com outro ambiente, que nada mais tem a ver com este mundo, que nada mais tem a ver com esta realidade, tal como vocês a vivem.
Isso corresponde, integralmente, à imersão em meio ao Supramental, fazendo-os, é claro, superar o mental, e se traduzindo (e é, aliás, por isso, que, em minha época, eu dei esse nome de Supramental), em um primeiro momento, por um mecanismo ‘sobre mental’ que vem como se sobrepor ao mental.
Em um segundo momento, existe um sentimento de não mais estar limitado pela razão, mas que a própria razão não pode mais estar em uma lógica linear, espacial, temporal (ou ainda ligada a um aprendizado conhecido ou a um conhecimento conhecido).
E fazendo-os penetrar, em pleno pé, em espaços que lhes parecem totalmente diferentes e que, no entanto, têm uma textura e uma realidade bem mais tangível do que o que era tangível, até agora, para vocês.
Naturalmente, as regras de funcionamento da Consciência, em meio a esse novo universo, não foram ainda totalmente desvendadas e reveladas.
Isso ocorre, ainda uma vez, a título individual, até um momento em que chegará um momento coletivo que deverá, para alguns de vocês, permitir-lhes estabelecer-se em outros espaços de lugares desta Terra, a fim de aperfeiçoar, de alguma maneira, esta nova Consciência, esta ausência de localização em um corpo, em um tempo ou em um espaço que era a vida da personalidade, desse corpo, do seu ambiente familiar.

Dessa maneira, então, vocês têm a possibilidade, se tanto é que vocês aceitam, na totalidade, esta ação da Luz, em vocês, e do Supramental, de superar os limites do mental.
E, obviamente, enquanto vocês estão na atividade do mental, vocês lembram, por vocês mesmos, que o Supramental lhes parece muito distante e muito mais irreal.
E que, a partir do momento em que vocês aceitam a imersão em meio a esta nova Consciência, o que é que desaparece, naquele momento?
É, justamente, o mental, com suas regras de funcionamento, com sua lógica e sua razão.
Vocês penetram espaços onde a Consciência não funciona mais, totalmente, da mesma maneira, e não pode mais lhes dar os mesmos tipos de informações, tais como vocês as recebem pelos sentidos habituais.
Assim, então, há o que é chamado de Visão do Coração, ou o Conhecimento imediato, que nada mais tem a ver com qualquer lógica, com qualquer razão ou, ainda, com o que vocês podiam denominar, antes disso, uma espiritualidade ou, ainda, uma Crença.

O Supramental não é transformar uma Crença em outra Crença, não é a instauração de uma “Nova Era” aonde tudo iria se tornar, na mesma Dimensão, idílico e perfeito, mas, sim (como vocês constatam por vocês mesmos), a instalação de uma nova Consciência cujas referências, a localização, a Vibração, o espaço, o tempo, a densidade, estritamente nada têm a ver com o que era conhecido antes.
Evidentemente, nos momentos em que vocês vivem isso, a coerência do que é vivenciado dá-lhes a íntima convicção (e ela é justa) de que o que vocês vivem não pode ser senão a Verdade porque, naquele momento, a Consciência se descobre, sobretudo, plena e no Amor.
É neste estado que não há mais falta, que não existe mais questão, que não existe mais interrogação porque isso é a estrita Verdade do que é a Consciência, quando ela não está localizada em um tempo e em um espaço, quando ela não está confinada nesta Dimensão, chamada de dissociada.
Cada vez mais, as experiências que vocês realizam vão posicioná-los, de maneira cada vez mais clara e precisa, em meio ao corpo de Estado de Ser, em meio à Consciência do Estado de Ser ou em meio à Consciência Turiya.
Naturalmente, isso se acompanha de uma Alegria e de um estado de Paz que absolutamente nada, em meio à consciência limitada, pode deixar pressagiar, deixar pensar, mesmo em sua existência.

A dificuldade, é claro, é comunicar essas experiências porque elas não pertencem ao registro do conhecido, elas não pertencem ao registro do que é transferível, por assim dizer, sob forma de evocação, de palavras ou de tradução, de uma maneira ou de outra.
Então, é claro, algumas almas, mais artistas ou mais românticas, serão capazes de traduzir isso sob forma de cores, de visão, em um plano ou em esculturas ou em criações, quaisquer que sejam.
Enquanto sabendo, pertinentemente, que o que é vivenciado pela Consciência (que vocês reconduzem em um plano de criação, neste mundo) não é absolutamente a Verdade, mas somente um meio, de algum modo, dando-lhes, talvez, a capacidade para conectar-se, uns e outros, através do que foi criado, nesses espaços ilimitados.
Obviamente, o mental será cada vez mais alterado pelo Supramental, porque, para ele, evidentemente, a instalação, duradoura e definitiva, do Supramental, assinala o fim dele mesmo.
E, evidentemente, o mental (mesmo se ele é, como vocês sabem, lábil e efêmero) não pode considerar seu próprio fim porque ele está inscrito em um perenidade que apenas tem existência através de suas próprias construções, como vocês sabem.

A instalação em meio ao Supramental permite-lhes viver a Alegria, a Paz, o Amor (no sentido Vibral), como acaba ser explicitado pelo IRMÃO K.
Além disso, há, literalmente, o que eu denominaria um processo de aclimatação que vai permitir-lhes habituar-se à sua nova Consciência, ao seu novo estado e ao seu novo ambiente.
Como vocês sabem, esse novo ambiente não é absolutamente limitado.
Ele não conhece nem a localização no tempo e no espaço, e ainda menos a propriedade.
Nos mundos de Luz (talvez vocês já o vivam), a transparência é total: a Luz não é parada por nada, por nenhuma estrutura, por nenhuma Consciência.
Não existe separação do que quer que seja.
Do mesmo modo, deve ser mais desconcertante, para o mental, encontrar-se em dois lugares ao mesmo tempo (ou em múltiplos lugares, ao mesmo tempo) e é, no entanto, muito exatamente, o que vocês estão prestes a viver, tendo, às vezes, a impressão de não mais estar presente ou de estar presente em outros lugares, em um sonho, em uma outra Dimensão, em uma outra experiência ou, tão simplesmente, em uma outra vida.
Isso está longe de ser uma ilusão e isso está longe de levá-los a um delírio e, ainda menos, a alguma coisa que os afastaria da sua integridade e da Consciência Unitária.
Isso não pode (mesmo se isso é desconcertante para o mental), ser traduzível por qualquer interrogação.

Como lhes foi dito, quanto mais vocês aceitam e penetram neste estado de Consciência, mais o conjunto das questões que podiam aflorar-lhes desaparece, inteiramente, porque, naquele momento, vocês estão instalados, de qualquer modo, em uma forma de evidência onde, pouco a pouco, vocês se tornam aclimatados, como eu disse, a múltiplos estados do ser, a múltiplos estados da Consciência, a múltiplos corpos, a múltiplas Dimensões, e a múltiplos tempos.
Existe um fenômeno de sobreimpressão e de sobreposição que é totalmente incomum para a consciência limitada e confinada, que, até agora, apenas funcionava (mesmo através das Vibrações e através mesmo da energia) no Interior desse corpo, em um espaço de projeção interior que não era o Supramental.
Hoje (e cada dia agora, cada vez mais), vocês vão reconectar-se, na totalidade, ao que vocês são, em meio aos espaços multidimensionais.
O corpo de Estado de Ser, como vocês sabem, reproduz-se ao idêntico, pelo fenômeno de aglomeração da Luz Adamantina, sobre vocês, sobre as Portas, mas bem além, agora, sobre o conjunto de suas células, restituindo-os à sua multidimensionalidade e agindo diretamente sobre a célula (quanto à adição do que lhes seja, talvez, conhecido como filamentos de DNA que haviam sido retirados, devido mesmo à falsificação).
Isso, é claro, não é sem incidência, nem sem consequências, em sua vida dita ordinária.
Isso vocês o vivem, é claro, de maneira cada vez mais intensa.

Hoje, e cada vez mais, alguns Irmãos e Irmãs que foram surpreendidos, por assim dizer, requeridos, por esta Nova Consciência, começam a viver processos de dissolução da consciência no Si ou de deslocamento, sem compreender o que lhes chega, sem aceitar nem mesmo o que lhes chega porque, evidentemente, há uma forma, não de escolha, mas de oposição e de antagonismo entre o eu e o Si, entre o mental e o Supramental.
Naturalmente, como vocês sabem, como nos disse e lhes disse o Comandante, tudo está consumado.
Resta conscientizá-lo.
Resta manifestá-lo, na totalidade, e é muito exatamente o que está prestes a ocorrer, fazendo-os superar, de longe, as leis do confinamento, até mesmo da intuição ou da memória de tudo o que se refere ao mundo.
É como se a memória deste mundo desaparecesse e é efetivamente o que está prestes a acontecer: ou seja, que a memória de suas vidas passadas que podia existir, a memória do que vocês faziam no instante anterior (que isso seja o dia anterior ou os alguns minutos anteriores) são tão simplesmente dissolvidas pela própria dissolução nesta Nova Consciência, não limitada, não localizada.

A instalação do Supramental permite-lhes, então, perceber, por vocês mesmos e por sua própria experiência, a realidade e a veracidade do que vocês estão prestes a viver.
Logicamente, as testemunhas foram as Vibrações.
Vocês têm alguns seres que começam a viver, até mesmo, este deslocamento sem, no momento, ter podido viver ou verificar, por eles mesmos, os estados Vibratórios.
Isso irá se instalar, para eles, nos momentos finais que antecedem o estabelecimento da Luz coletiva e não mais individual.
Em meio a esta Consciência Nova, vocês estão lúcidos sobre sua incapacidade para levar quem quer que seja nisso que vocês vivem.
Mesmo se existe uma Comunhão que se estabelece com outras Dimensões, com a natureza, com outros seres humanos, vocês sabem, pertinentemente, que aqueles que não vivem isso (no momento e por suas razões que lhes pertencem) não podem absolutamente compreender, nem integrar, nem mesmo suspeitar que esse tipo de mecanismo seja possível.
Lembrem-se, também, de que nós lhes dissemos que, quanto mais vocês se estabelecerem nesse novo estado, mais seu trabalho (além de toda vontade, além de toda vontade de luz, para os próximos ou para os mais distantes) irá se estabelecer dele mesmo, porque a Inteligência da Luz é bem uma Verdade que vocês podem constatar, em sua vida, a partir do momento em que a Graça se manifesta, a partir do momento em que sua consciência começa a se deslocar.

O fenômeno de hiperssincronia ou de Fluidez da Unidade irá se tornar cada vez mais evidente, fortalecendo-os, então, no princípio do Abandono à Luz e na vivência deste Abandono à Luz, facilitando-lhes, ainda mais, para vocês (individualmente, mas também para a coletividade), a passagem em meio à Nova Dimensão.
Conforme alguns de nós lhes dissemos, o tempo dos profetas foi largamente encurtado porque um número cada vez mais considerável de seres humanos, vivendo em meio a uma consciência limitada, descobre este Ilimitado e se instala, de algum modo, de próximo a próximo, de maneira muito mais fácil do que foi concebível pelos profetas de contemplar ou de ver.
Deste modo, então, vocês estão, efetivamente, nos tempos ditos proféticos da Revelação final da Luz.
O ‘choque da humanidade’ está em andamento, para vocês.
Agora, coloquem-se no lugar daquele que, Irmão ou Irmã, jamais foi interessado pelo que quer que seja, ao nível espiritual, e que considera que a vida está inscrita, inteiramente, de maneira definitiva, entre o nascimento e a morte, entre a criação de uma família, a procriação.
Simplesmente inscrito em um contexto definido por um sistema de Crenças, qualquer que seja, ou pela adesão a regras sociais e morais, sem ter a possibilidade de escapar a esses condicionamentos.
O que vai acontecer?
E bem, esses seres vão viver um choque enorme.
Esse choque será aquele da consciência que se descobre Ilimitada, sem poder viver a totalidade da Liberação, em um primeiro momento, que corresponde, de qualquer forma, a uma mudança de visão que fará realizar as diferentes etapas que eu descrevi nesse choque da humanidade.
Mas lembrem-se de que vocês estão aí para ajudar seus Irmãos e suas Irmãs, não por qualquer vontade, mas se estabelecendo (cada vez mais facilmente, e de maneira cada vez mais intensa) nesta Consciência não-localizada, vocês irão permitir à Terra realizar sua Ascensão coletiva e que irá se referir, naquele momento, ao conjunto da humanidade.

As primícias foram-lhes dadas.
Ao nível individual, vocês são afirmados, a cada dia, através do que vocês vivem, no estabelecimento desta Nova Consciência, nesta não-localização.
Resta, é claro, o passo coletivo para atravessar.
Algumas referências foram comunicadas.
A Fusão dos Éteres, ocorrendo no Céu como sobre a Terra e em vocês, desencadeia o mecanismo dos Sons do Céu e da Terra, chamado de Trombetas.
Do mesmo modo, a modificação perceptível, visível, dos aspectos do Céu e da Terra (terrestres, ao nível de sua crosta), torna-se cada vez mais evidente, cada vez mais perceptível.
Vocês têm, então, a possibilidade de dar-se conta, por vocês mesmos, da sincronia que existe entre o que vocês vivem, no Interior de vocês mesmos, nesta Consciência Nova não-localizada e o que vive a própria Terra em seus preparativos que irão lhe permitir aceder a este estado que, eu os lembro, será decidido por ela mesma.
Tudo isso é apenas questão de tempo, muito curto, no qual a irrupção do Supramental irá se tornar total em meio à Dimensão isolada, ainda por pouco tempo, devido ao rompimento parcial do isolamento (em vocês como sobre a Terra).
Tudo isso ocorre, em vocês como sobre a Terra.
E, cada vez mais, vocês irão constatar uma sincronia, cada vez mais inquietante, entre o que ocorre em vocês, em sua consciência, em suas Vibrações e sobre o que ocorre no Sol, o que ocorre na Terra, nos vulcões, os sismos, as tempestades, como isso foi dito, desde muito tempo, pelo Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV).
Nenhuma região da Terra (do mesmo modo que nenhuma região do seu corpo) estará mais imune a esta transformação porque ela se torna total e global, mesmo se ela ainda não é coletiva.
Tudo isso está em preparação intensa.
Tudo isso lhes será anunciado pela instalação, individualmente, de novos sons percebidos ao nível do Antakarana, ou seja, dos ouvidos.
Os sons se transformam Interiormente como eles se transformam e aparecem, cada vez mais frequentemente, mesmo se isso ainda não é de maneira contínua, nem em todos os locais da Terra.

Estejam atentos ao que vocês vivem nesse corpo porque, mesmo se vocês saírem devido ao deslocamento, não esqueçam que esta transformação da consciência se vive nesse corpo e que o corpo é, por assim dizer, a testemunha e o Templo.
E que os sinais que vocês vivem são um dos melhores elementos (ou termômetro, se vocês preferirem) para tomar a temperatura coletiva da transformação, coletiva e final, da Terra.
Lembrem-se, como disse também o Comandante, que não há data a buscar já que tudo está realizado.
É muito exatamente o que vocês estão prestes a viver, em sua consciência, a título individual.
O momento da Terra é o momento da Terra, mas ele será inscrito em sua consciência.
Isso será o momento em que vocês terão cada vez mais dificuldade para deixar seu estado Supramental de Alegria, de Paz e de Serenidade.
Ainda que isso tenha sido chamado de estase [catalepsia], isso irá ocorrer no momento oportuno, mesmo se, desde já, alguns de vocês vivem momentos de estase que lhes são próprios e individuais, que prefiguram, aí também, e antecipam o que acontecerá no momento coletivo da Terra.

Lembrem-se de que a melhor preparação é, doravante, acolher e aceitar o que lhes propõe a Luz, no momento em que ela o propõe.
E de que vocês têm também a possibilidade, por vocês mesmos, de amplificar esses momentos pelo seu próprio Abandono à Luz e pela Renúncia.
E vocês perceberam, talvez, que vocês são cada vez mais numerosos podendo viver este estado de Comunhão e de Graça, em vocês, como, também, com o resto das Dimensões e com alguns de seus Irmãos e de suas Irmãs, como com o resto do planeta.
Tudo isso, então, não é uma ilusão.
Gradualmente e à medida que vocês avançarem nesses processos da consciência e do Supramental, vocês irão abandonar, cada vez mais, o mental e as preocupações ligadas a esse mental e a esse quadro de vida habitual.
Isso não será uma ilusão porque vocês irão vivê-lo, em Verdade, cada vez mais, e de modo (como, talvez, vocês já tenham constatado) cada vez mais fácil e cada vez mais facilitado.
É neste estado (onde o Supramental se revela, onde a Luz se revela e onde a Vibração se revela), no momento em que vocês não estão mais localizados, nem em um tempo, nem em um espaço, que vocês constatam que a própria Essência da sua Consciência é Amor e que não pode existir, em meio a este Amor, qualquer falta, qualquer imperfeição, qualquer dúvida.

Esse processo de aclimatização ou de etereação do planeta é conduzido, agora, pela sua Presença e pela nossa Presença, reunidas.
O que explica que muitos de vocês começam a nos perceber, em seu Canal Mariano, em suas noites, em seus sonhos, em suas visões, mas, também, de maneira perfeitamente lúcida.
Não, vocês não estão sonhando.
Nós estamos, efetivamente, com vocês, e lembrem-se de que nós somos, nós, multidimensionais, ou seja, de que nós não estamos localizados, em nossas Comunhões, com qualquer dos seus Irmãos e de suas Irmãs encarnados, mas que nós podemos estar em contato, diretamente, no mesmo espaço e no mesmo tempo (que não pertence mais a este espaço e a este tempo), com milhões de vocês, ao mesmo tempo.
Isso não é uma ilusão, mas, sim, a Verdade que vem afirmá-los no que vocês vivem, que vem permitir-lhes, aí também, pela experiência que vocês fazem, instalar-se, de maneira cada vez mais duradoura, no Supramental, na Unidade, no Si, no Amor e na Alegria.
Porque, neste estado (vocês o constatam e vocês irão constatá-lo, se esse ainda não for o caso), não pode existir qualquer falta, qualquer interrogação sobre o que quer que seja ou sobre quem quer que seja.
O Amor, no sentido Unificado, é isso e nada mais.
Mesmo se os outros amores são um dos componentes fragmentários deste Amor, mas que é construído, é claro, em relação a uma falta, em relação a um medo.
O que é totalmente o contrário do que vocês vivem, ou do que vocês irão viver, em meio à sua Consciência, na experiência da Unificação, na experiência da não-localização espacial e temporal, que está aberto a vocês, doravante, pela Fusão dos Éteres individuais desse corpo.

Nós não temos perguntas, nós lhe agradecemos.

Irmãos e Irmãs encarnados, então nós iremos viver um momento de Comunhão, de Coração a Coração.
Eu lhes trago toda minha Luz azul, Luz da Fusão dos Éteres, neste espaço particular de Comunhão e de Fusão dos Éteres.
Essa será minha maneira de render Graças.
Então, rendamos Graças.
Juntos.

... Efusão Vibratória / Comunhão ...

Irmãos e Irmãs na Graça, eu lhes digo até muito em breve.


Tradução para o português: Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.com

domingo, 4 de dezembro de 2011

A FONTE - 3 de Dezembro de 2011

Mensagem da Bem Amada A FONTE no site francês:
3 de dezembro de 2011
(Publicada em 4 de dezembro de 2011)

Meu Amigo, meu Amado, desde algum tempo do seu tempo, eu vim dizer-lhe para você se lembrar do Juramento e da Promessa do retorno à sua Eternidade, à sua Alegria e à sua Verdade.
Meu Amigo, meu Amado, e eis que o tempo do Ilimitado, e eis que o tempo da sua Presença e da minha Presença se revela.
Eu vim lhe dizer, além das minhas palavras, pela sua Presença e pela minha Presença comungando, juntas, mostrar-lhe, pelo Amor e pela Vibração, que nós somos UM.

O tempo do tempo que foi dado e vivenciado, em meio ao limitado, torna-se Ilimitado.
Pela Graça de nossa Comunhão, pela Graça da sua Presença, pela Graça da sua Luz, que é nossa e que é sua.
Os tempos, enfim concluídos, de viver a eterna Eternidade.
Filho do UM, nós o somos porque eu sou UM e você é UM, porque eu sou Tudo e você é Tudo.
Além dos meus dizeres deste dia, no instante da nossa Comunhão, digne-se de acolher, como eu o acolho, nossa Aliança de Fogo.
O tempo do Coração é aquele que está inscrito, hoje, nesse tempo do seu tempo.
Tempo de Verdade e tempo de realização, em que a Alegria da nossa Presença e da nossa ressonância vem, meu Amigo, meu Amado, conectá-lo ao Infinito, a fim de nunca mais o que era desconhecido seja de novo desconhecido.
O fim do limitado não é o fim porque, em meio à minha ressonância, porque em meio à sua Presença, não existe qualquer fim.
Meu Amigo, meu Amado, venha viver sua Verdade, além de toda falta, além de todo medo e de todo fim.
Meu Amigo, meu Amado, no Fogo do seu Coração eleva-se a Alegria.
Meu Amigo e meu Amado, o tempo do UM chegou.
O UM que não é a resolução da equação de dois, mas, sim, o tempo da Alegria em que tudo é solução, em que tudo é Beleza.

Meu Amigo, meu Amado, você também, como cada um, nasceu ilimitado, nas esferas da Criação ilimitada, nas esferas da Vida.
Meu Amigo, meu Amado, nosso Dom comum é chamado de Luz, aquela que Vibra, agora, em cada uma das suas células, em cada um dos seus corpos, aqui e em outros lugares, a fim de que nenhum lugar seja privado do Aqui.
Meu Amigo, meu Amado, tempo de Liberdade.
Eu venho em você porque, para sempre, eu sou você, porque para sempre eu sou UM e você é UM.
Meu Amigo, meu Amado, meus Anjos e Arcanjos, que são os seus, abriram as Portas à sua Eternidade.
Meu Amigo, meu Amado, no tempo da Alegria, nós vivemos a realização.
Sature-se da minha Alegria que é sua.
Sature-se da Luz que é nossa.

No Templo de que você é não há qualquer espaço para o vazio, qualquer espaço para a falta porque você é Plenitude, da mesma forma que toda Vida e que toda Consciência que não é outra senão você e eu.
Meu Amigo, meu Amado, no tempo deste instante, comunguemos à Graça da nossa Presença.
Tempo infinito em que nenhum tempo pode ser finito, em que nenhuma Presença está confinada, em que nenhuma Consciência está limitada.
Meu Amigo, meu Amado, eu realizo o que você realizou no Templo da sua Presença.
Reconecte o que você é, além das aparências, a fim de Ser o sentido da nossa Presença.

Meu Amigo, meu Amado, eis que soa o Apelo do Céu e da Terra que não é outro que o Apelo da Fonte UNA que é você, que sou eu.
Nenhuma importância além disto: comunguemos à Alegria, comunguemos à Verdade e à Unidade.
Meu Amigo, meu Amado, eu vim dizer-lhe o que está além de qualquer palavra, o que está além de qualquer separação.
Então, meu Amigo, meu Amado, desse Coração que é seu e que é meu, do Coração de todos, sem exceção, sem limitação, eu venho dizer-lhe que a hora chegou de nascer e de reviver na Vida do UM, na Vida d’A Fonte.
Fonte do UM que é sua Fonte.

Eu sou Fonte porque você é Fonte.
Eu sou você porque você é eu, além de toda pessoa, além de todo papel.
Eu sou a imensidão que o chama para ser a imensidão.
Meu Amigo, meu Amado, eu vim dizer-lhe, além das palavras: seja o Si.
Tempo de Presença em que o Amor que libera vem liberar o peso das ilusões, o peso de todo medo porque na Unidade, que é sua Morada, não existe qualquer medo, qualquer falta e qualquer aflição.
Meu Amigo, meu Amado, você é amado porque eu o amo, porque eu amo sua Essência que não é outra senão a minha, porque a sua.
Meu Amigo, meu Amado, eu vim dizer-lhe que esse tempo é seu tempo: o tempo da Presença, o tempo do Infinito e do Ilimitado.
No Templo da Vida, no Templo da minha Criação que é sua, não existe qualquer constrangimento, qualquer limite.

Meu Amigo, meu Amado, a hora chegou de revelar a perfeição do ser que você é, a perfeição da Consciência UNA.
Meu Amigo, meu Amado, o que o chama não é nada mais que o próprio Canto da sua Presença, Vibrando no Céu como na Terra, como no Coração de cada um e no Coração de todos.

Meu Amigo, meu Amado, eu vim dizer-lhe a Vibração do Amor.
Eu vim dizer-lhe a Luz que você é.
Eu vim dizer-lhe o tempo do Ilimitado em que ressoa o Canto da Criação, o Canto do UM, o Canto de cada um porque eu sou UM como você é UM e eu sou tudo porque você é tudo.
Entre nós, não há mais barreira e, sobretudo, não há mais limite.
Eu vim dizer-lhe o Amor que nos libera e que nos conecta.

Meu Amigo, meu Amado, o Fogo do Amor é o Fogo da sua Verdade, aquela do seu ser Eterno e Essencial.
Nós compartilhamos a mesma Consciência porque o Amor é Compartilhamento.
Nós compartilhamos a mesma Vibração porque a Luz é Vibração.
Meu Amigo, meu Amado, no Espírito e na Verdade, no Fogo do seu Coração que é aquele do meu, porque eu estou em você como você está em mim, a fim de que nunca mais nós possamos ser separados.

Entre nós se instala o tempo da Transparência.
Nós somos UM.
Meu Amigo, meu Amado, Aqui e em Outros lugares, você pode dizer: “meu Amigo, meu Amado”, além de toda propriedade, além de todo limite.
Eis que o tempo chegou.
Não há mais nada a lembrar-se porque tudo está presente em sua Presença, porque o Amor está presente, porque o Amor é Presença.

Meu Amigo, meu Amado, eu vim dizer-lhe a Vibração do UM porque o Amor é Vibração de Alegria renovada, porque o Amor é Criação e propagação de nossa União e Comunhão, de perto a perto, de longe a longe, do leste como do oeste, do norte como do sul, além das Quatro Direções, além dos Quatro Elementos.
Eis que chegou o tempo do Éter, aquele do Amor que o conduz à Eternidade.
Meu Amigo, meu Amado, pela minha Vibração e pela sua Presença, nós comungamos, na ronda dos Arcanjos, na ronda das Estrelas, no desdobramento das Portas de Luz, em meio aos espaços, pondo fim a toda porta, como a toda separação.
Meu Amigo, meu Amado, tempo de Comunhão e tempo de Graça.
Eu vim acolhê-lo no tempo do UM, no tempo da Paz onde reina a Alegria Eterna, onde o Éter não deixa qualquer sombra e qualquer lugar à divisão, à separação e à Sombra.
Porque o tempo do UM, na sua Presença e na minha Presença, não pode deixar qualquer espaço nem qualquer interstício privado do Amor.

Meu Amigo, meu Amado, eu o convido a sair do tempo da carência, eu o convido a vir ao tempo da sua Presença.
Meu Amigo, meu Amado, eu sou apenas um único corpo: aquele da humanidade e aquele de todos os universos porque é o que você é.
Meu Amigo e meu Amado, unifiquemos nossa Presença, elevemos nossa Presença, no Coração da Glória, no Coração do Éter, no firmamento dos Céus e desta Terra.
Na carne do seu corpo como na carne do seu Espírito.
Queimemos na Alegria do Fogo, aquele do Amor vivificado e glorificado.
Tempo de Presença, aquela do Amor, aquela da Unidade, dando-lhe a viver os espaços da Alegria Eterna, onde nenhum limite pode restringir e pode compartimentar o que a Luz torna livre, porque você é Luz.

Eu o criei como você me criou, no mesmo ímpeto de Liberdade e de Luz, na Eternidade onde nenhum tempo por ser descontado nem contado.
Meu Amigo, meu Amado, eu vou dizer-lhe o Silêncio da Paz e da Comunhão.
Além do Canto das minhas palavras, encontra-se o espaço sagrado aonde eu vim reencontrá-lo porque jamais eu pude esquecer o Coração do meu Coração, a Luz da minha Luz.
Filho do UM, Mestre do UM, eu sou seu Amigo e eu sou seu Amado, porque nós somos UM.
Eu o convido, pela Vibração do Amor e pela Presença da nossa Luz, a sair das aparências, a sair do parecer e a viver o Ser que você é.
Meu Amigo, meu Amado, que a Graça nos preencha, porque nós somos, você como seu irmão, você como eu, a Graça do Éter, a Graça da Eternidade, no Eterno Instante da nossa Comunhão.

Eu o convido a viver as Núpcias finais do Reencontro, as Núpcias finais da sua Presença e da minha Presença.
Meu Amigo, meu Amado, você, o Filho Ardente do Sol cujo Coração vem abrasar-se pela Graça de nossos reencontros, pela Graça dos Éteres, vindo fusionar-se em sua Consciência e na sua carne e na carne de toda carne.
Meu Amigo, meu Amado, viva e Vibre quando eu vivo e Vibro.
Nós somos UM porque tudo é UM.
Amado do UM, meu Amigo, meu Amado, tempo do Sagrado, bem além do Coroamento, chamando-o a ser o Ser Sagrado, na Glória do Coração e da Eternidade, na Glória da Luz e do Amor, reencontrado e refecundado.

Em cada um, aqui e por toda parte, em cada Coração, levanta-se o Fogo do Amor vindo consumir, em um ato inaudito de Ser a Ser, de Coração a Coração.
Vá além do que você crê, vá além do que lhe é conhecido e sabido, para entrar, de pleno pé e em pleno Coração, no tempo da nossa União, que é Liberdade e Liberação.
Meu Amigo, meu Amado, há, em você, a totalidade, o Todo.
Isso jamais pôde ser ocultado de você porque como a Vida poderia, um único dia e um único sopro, cessar, onde quer que seja, qualquer parte que seja, em qualquer tempo que seja.

Eu o convido, meu Amigo, meu Amado, a ser a Liberdade, eu o convido a Ser o que você é: a Alegria, o Coração e o Amor.
Eu o convido a ser Livre, além de tudo o que lhe é conhecido, além de tudo o que é acreditado, ou mesmo considerado.
Meu Amigo, meu Amado, convide-me, como eu o convido, no espaço, agora, do Silêncio das palavras.
Eu venho a você, e em você, estabelecer o Caminho, a Verdade e a Vida, que é sua.
Meu Amigo, meu Amado, realizemos o milagre do UM, aquele da Beleza e da Verdade.
Meu Amigo, meu Amado, convidemo-nos, em nossa Comunhão, a viver a Liberdade: um tempo de Amor, fora de todo tempo, onde apenas é verdadeiro o Amor, onde a única Verdade é o Amor.
Meu Amigo, meu Amado, eu cesso minhas palavras a fim de dizer-lhe, no Silêncio do seu Coração, o Amor que é o nosso, neste espaço de Comunhão.
Eu faço Silêncio.
Meu Amigo, meu Amado, vivamos isso.

... Efusão de energia / Comunhão ...

Meu Amigo, meu Amado, doe-se à Vida, a cada um.
Eu vim dizer-lhe isso, que se revela.

... Efusão de energia / Comunhão ...

Meu Amigo, meu Amado, eu o amo porque você é Amor.
Eu o amo porque você é UM, com cada UM.
Meu Amigo, meu Amado, comunguemos, pela terceira vez, na Unidade da nossa Presença, em você, no outro e em mim.
Hoje, você não tem mais que se lembrar.
Você tem apenas que ouvir a porta do seu Ser, a fim de Ser a Alegria.
Comunguemos.

... Efusão de energia / Comunhão ...

Meu Amigo, meu Amado, eu jamais irei me retirar mais do Templo da sua Presença.
Amemo-nos.
Alegria da minha Alegria.
Meu Amigo, meu Amado.

... Efusão de energia / Comunhão ...

Meu Amigo, meu Amado, permaneça em mim como eu permaneço em você porque nossa Morada é Una, nos espaços da Criação, sem limite.

... Efusão de energia / Comunhão ...

Meu Amigo, meu Amado, eu sou seu Amigo e eu sou seu Amado.
Meu Amigo, meu Amado, eu permaneço, na Eternidade, em você, a fim de que você também possa dizer e proclamar: “Eu e meu Pai somos UM”.

... Efusão de energia / Comunhão ...


Tradução para o português: Zulma Peixinho

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